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Greve dos professores atinge 93% das escolas municipais de SP



Categoria protesta contra a reforma da Previdência dos servidores municipais.

Protesto de professores em São Paulo (SP), esta quinta-feira (08). Concentração em frente à sede da Prefeitura. (Foto: Henrique Barreto/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A greve dos professores da rede municipal de São Paulo atinge 93% das 1.550 escolas da administração direta, ou seja, que são administradas pela própria Prefeitura com o auxílio de funcionários públicos. A categoria protesta contra a reforma da Previdência de servidores municipais.
Das unidades de ensino, 46% aderiram à paralisação totalmente, 47% funcionam parcialmente e apenas 7% funcionam normalmente, de acordo com balanço fornecido pela própria Secretaria Municipal de Educação nesta terça-feira (13).
As unidades da administração direta incluem creches, EMEIs (Escolas Municipais de Ensino Infantil) e EMEFs (Escolas Municipais de Educação Fundamental). Outras 1.500 unidades são indiretas e administradas através de convênios com a iniciativa privada.
A Secretaria Municipal da Educação não possui a estimativa de alunos afetados com a greve, mas informa que as aulas perdidas serão repostas e orienta os pais a ligarem para as escolas antes de enviarem seus filhos para confirmar se haverá aula.
No início da tarde desta quarta-feira (14), professores municipais realizavam um protesto na frente da Câmara Municipal, no Viaduto Jacareí. Eles tentavam entrar no prédio para acompanhar a audiência da Comissão de Finanças e Orçamento, que é a porta de entrada dos projetos no Legislativo. O projeto precisa passar por outras duas comissões posteriormente antes de ser votado no plenário.
A greve teve início na última quinta-feira (8). Na mesma data, os professores realizaram um protesto em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, no Centro.

FONTE G1

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