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No recesso, governo Alckmin impõe “pacote de maldades” contra Educação

No recesso, governo Alckmin impõe “pacote de maldades” contra Educação

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No segundo dia de recesso dos professores da rede de ensino de São Paulo, a Secretaria de Estadual de Educação lançou um conjunto de resoluções alterando alguns pontos na atribuição de aula de 2017, que constituem mais uma “pacote de maldades”  contra os professores e a escola pública paulista.
No ano de 2017 o governo vai continuar enxugando a maquina e promovendo um verdadeiro caos em nossas escolas. As unidades escolares que terão até 16 salas funcionando perderão o vice-diretor.No ano passado ele cortou diversos coordenadores com essa medida, agora é a vez dos vices.
Outra medida abusiva é a extinção da sala de leitura á curto prazo, pois ela só poderá ter o professor readaptado ou o categoria f com horas de permanência. Sabe-se que a maioria dos readaptados não pode ter contato com aluno. Na prática a sala de leitura vai ficar as “moscas”. O que era ruim, pois deveria ter um profissional qualificado, com um  bibliotecário, vai ficar pior.
Outra mudança gravíssima é com o professor categoria O, pois o mesmo quando tirar licença por motivos de doença não terá o pagamento garantido se a licença que tiver ocupando cessar. Um exemplo: se um professor estiver trabalhando em substituição a um titular com previsão de duração  30 dias e, nesse período, ficar doente e tiver que se afastar por um período superior ao prazo que restar para expirar a substituição,  não terá o pagamento garantido após encerramento do prazo inicial (no caso 30 dias).
Outro golpe duro vai para os professores efetivos que com a mudança da lei em relação a construção da jornada inicial, só poderão pegar aulas livres e não mais substituição. Na prática muitos terão que ficar em duas ou mais escolas. Agora, como os professores da escola de tempo integral e os coordenadores não terão mais aulas atribuídas no inicio do ano letivo. Caso algum tenha que voltar pra sala de aula vai tirar aulas de diversos colegas, começando pelo categoria O, depois o F,até a carga suplementar do efetivo.
As medidas, que se somam ao fechamento de milhares de salas de aula, evidenciam a manutenção da política de “reorganização” que o governo tentou impor em 2015, quando foi derrotado por uma grande mobilização com mobilizações de rua e ocupações de centenas de escolas. É parte da “reforma” que os golpistas de SP e de todo o País desejam fazer com o ensino público. O objetivo é cortar gastos com o ensino público para garantir os lucros dos banqueiros e outros monopólios privados que controlam o Estado.
Como ficou demonstrado em 2015 com a greve dos professores no primeiro semestre e a ocupação das escolas no final do ano, a única forma de barrar os ataques do governo é impulsionando uma verdadeira mobilização, nas ruas e nas escolas dos professores, pais, funcionários e estudantes.
Fonte:http://causaoperaria.org.br/pacote-de-maldades-no-governo-tucano/

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