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25 de out de 2016

Poesia Religiosa Esotérica Imparcialista

Berço da alma

Mãe de Deus, me perdoe
Quando nos momentos de segueira na consciência
Lamentei  minha condição na vida e os sofrimentos.

Hoje eu compreendo
E te agradeço dela doença,
Pela pobreza, pelas dores, pelas injurias,
Pelo sofrimento, pelas traições,
Pelo inferno, pelo desprezo,
Pelo abandono, pelas lagrimas,
Pela falta de reconhecimento,
Pela ingratidão, pela tristeza,
Por tudo que me feriu  e fez sofrer.

Eu sei que a alma
Só pode nascer no sofrimento
E que o berço da alma é a pobreza,
E que o conforto da vida é terreno falso
E só traz a ilusão e a inconsciência.

Mãe, agradeço pelo sofrimento
Que fez me fez te procurar,
Se não fosse o sofrimento,
Eu não teria te procurado.

Mãe, se for para ser feliz e ter conforto,
Quero apenas o conforto
Que encontro no seus braços,
Porque sei que a felicidade
Que vem te ti é perene.

Mãe,  estou tão feliz pelo sofrimento
Que tenho vontade de chorar de emoção
E pedir o conforto de seu colo.

J.Nunes


Leia mais: Poesias esotéricas Imparcialistas

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