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Polícia apreendeu mais de 33 mil mídias falsificadas em Marília (SP)

fonte:Do G1 Bauru e Marília
A polícia apreendeu mais de 33 mil mídias falsificadas em Marília (SP) neste ano. Além disso, nesse período, a polícia recolheu 55 gravadores, que tem a capacidade de fazer a reprodução desse material em larga escala. Em 2015, o Brasil deixou de arrecadar R$ 115 bilhões em impostos por causa dessas falsificações.
Segundo o delegado seccional de Marília, Wilson Carlos Frazão, esses gravadores são muito rápidos e conseguem copiar até dez mídias ao mesmo tempo, o que contribui para aumentar a produção de CDs e DVDs e jogos falsificados.
Mais de 33 mil produtos piratas foram apreendidos em Marília neste ano (Foto: Reprodução / TV TEM)
Mais de 33 mil produtos piratas foram apreendidos
em Marília neste ano (Foto: Reprodução / TV TEM)
"Periodicamente, assim que a gente consegue identificar, faz uma investigação prévia, identifica aquelas pessoas que estão produzindo essas mídias a gente faz uma ação policial justamente para combater esse tipo de crime.  Uma mesma pessoa produz e, além de produzir comercializa e ela é fornecedora de outros comerciantes", explica o delegado.
Só que as mídias falsificadas e outros produtos pirateados ainda têm um grande comércio pelas ruas. O camelódromo de Marília é um dos pontos de maior venda desse material, onde passam milhares de pessoas todos os dias. Quem procura por esses produtos, tem a explicação na ponta da língua.

Outro problema, segundo a Receita Federal são os impostos não são recolhidos, o que acaba prejudicando a vida de todo mundo. De acordo com a associação de combate ao mercado informal, em 2015, o Brasil perdeu R$ 115 bilhões com a pirataria."Os originais são bons, só que acontece que tem muito imposto, e ele acaba sendo inviável para todo mundo, porque não são todos que podem comprar, que tem o dinheiro para comprar", diz a menor aprendiz Isabela Fukai.

"Afeta toda economia, toda sociedade porque a medida que eles não recolhem tributos eles afetam financiamento das políticas públicas, por outro lado, eles sendo comercializados no mercado interno sem a cobrança de impostos eles geram uma concorrência desleal com as indústria e com o comércio, pagam normalmente os impostos, gerando em última instância o desemprego nessas áreas", explica o delegado da Receita Federal Edenilson Nunes Freitas.

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