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Alckmin bloqueia contratações e abre caminho para milhares de demissões

Decreto 61466
Alckmin bloqueia contratações e abre caminho para milhares de demissões
Governador tucano veta contratações de professores e demais servidores o que impede até mesmo a renovação de milhares de contatos de temporários em vigor, podendo levar a dezena de milhares de demissões

 Decreto tucano deixará milhares de professores sem trabalho
No ultimo dia 2, o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) estabeleceu por meio do Decreto 61466,que "ficam vedadas a admissão e a contratação de pessoal, bem como o aproveitamento de remanescentes de concursos públicos com prazo de validade em vigor, no âmbito da administração pública direta, das autarquias, inclusive as de regime especial, das fundações instituídas ou mantidas pelo Estado e das sociedades de economia mista" (Artigo 1, grifo nosso).
Desta forma, a ditadura tucana sinaliza que irá vetar  as contratações de profissionais temporários, bem como não irá chamar os remanescentes de concursos públicos  com prazo de validade em vigor, obstsculizando também a própria renovação de contratos de milhares de professores e outros serviodres "temporários"
No caso da Educação, um dos setores mais afetados serão os professores temporários, ou categoria “O”. Justamente a parcela mais jovem da categoria, em sua maioria formada por estudantes, ou recém-concluintes dos cursos de licenciatura, os quais no próximo ano ficarão sem emprego na rede pública, no caso do Decreto vigorar.
Como decreto entrou em vigor no ultimo dia 3, em algumas regiões as demissões já estão ocorrendo. Na DE Araraquara, por exemplo, os professores recém-contratados, ou  que estavam de “duzentena” e que voltariam a trabalhar agora em setembro estão sendo mandados embora. Em uma única escola da DE, oito professores foram dispensados.
O decreto irá afetar também milhares de professores da rede estadual que aguardam a terceira chamada do último concurso público estadual realizado em 2013. Estes professores não serão chamados, o que prova mais uma vez, como foi denunciado pela Corrente Educadores em Luta/PCO, que desde o principio “o  maior concurso da história” não passou  uma fraude, um verdadeiro golpe contra a categoria . (veja matéria publica em 15/11/13: http://www.pco.org.br/movimento-operario/maior-concurso-e-o-maior-golpe-tucano/azes,y.html)
A desculpa dada pelo governo tucano é de que a medida de corte visa “garantir o equilíbrio das contas” devido ao cenário de “crise nacional”. O que não passa da mais pura enganação, enquanto os professores são obrigados a sofrerem com as demissões, e os baixos salários, uma imensa parte dos recursos da educação estadual são destinados para sustentar os monopólios do ensino privado.
Contra mais esse ataque do governo, é preciso debater nas escolas, convocar plenárias, realizar reuniões envolvendo toda a comunidade escolar (professores, funcionários, pais e alunos) e convocar a todos para próxima Assembleia da categoria no próximo dia 25 de setembro.
É preciso também realizar ma mobilização cojunta de todos os setores do funcionalismo afetados pela medida, com a participação da CUT e de mais organizações de luta dos trabalhadores uma vez que o decreto atinge serviços públicos essenciais 1a população trabalhadora que paga impostos e sustenta o parasitismo dos grandes monopólios que sugam os recursos do Estado graças à politica neoliberal do governo tucano de tirar de quem nõa tem para dar a quem tem muito.
Todos às ruas pelo "Fora Alckmin", pela derrubada do decreto 61466, pelo reajuste dos salário e demais reivindicações dos professores e de todo o funcionalismo.

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