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Greve dos professores

Os professores estaduais estão em greve por equiparação de salários. Na única escola estadual de Ribeirão do Sul (SP), 100% dos professores aderiram a paralisação. Os 36 professores da escola Nicola Martins Romera cruzaram os braços e apenas oito funcionários administrativos estão trabalhando.
O aposentado Nelson Garcia Borges é pai de Luiz, aluno da 5ª série. Ele e outros 500 estudantes estão sem aula. "Tem que repor aula depois. Podia não ter essa paralisação", reclama.
A greve dos professores da rede estadual foi anunciada na última sexta-feira (13). Na pauta de reivindicações os professores pedem 20 itens. Um dos principais itens é o aumento de 75,33% para que o salários deles seja equiparado as demais categorias  com formação de nível superior, segundo o diretor estadual da Apeoesp Luís Horta.
Segundo a Apeoesp, 30% dos professores aderiram à paralisação na região de Ourinhos, mas a dirigente regional de ensino Silvia Cantarin diz que a greve não provocou um impacto significativo. "Eu tenho 1300 professores na região de Ourinhos e somente 96 parados. Desses 96 tenho falta abonada, falta médica, licença saúde.
Outras regionais
Na região Bauru, segundo Apeoesp até quarta-feira (18), 200 professores aderiram à paralisação. Ainda de acordo com a associação, três escolas estão paradas nas cidades de Ubirajara, Duartina e Lucianópolis. 

Em nota, a Secretaria da Educação do Estado orienta que todos os estudantes da rede estadual compareçam normalmente às escolas. Para a secretaria, o movimento não representa os mais de 230 mil professores da rede.


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