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Caminhonaço: grupo de caminhoneiros da região Noroeste do Estado saiu na tarde desta sexta-feira de Santa Rosa em direção a Brasília, para um protesto pacifico na capital federal




Um grupo de caminhoneiros da região Noroeste do Estado saiu na tarde desta sexta-feira de Santa Rosa em direção a Brasília, para um protesto pacifico na capital federal. No caminho estão previstas paradas, onde novos motoristas devem se integrar à viagem.


Um dos coordenadores do movimento, Fábio Luis Roque disse que não tem como prever o número de caminhões que chegarão a Brasília, mas que lideranças de todo o Brasil já comunicaram que irão se integrar à ação. “Será um movimento pacífico”, projetou.

O movimento começou no final da manhã, com passagem dos caminhões pelo centro e bairros de Santa Rosa. O grupo fez a primeira parada no fim da tarde em Três de Maio, seguindo viagem por Boa Vista do Buricá, Palmeira das Missões e Seberi. Chegando em Santa Catarina, passarão por Maravilha até em São Miguel do Oeste, onde deve aumentar significativamente o número de caminhões no trajeto.

A previsão é que o grupo chegue no domingo em Brasília. “Queremos uma mesa de negociação transmitida em vídeo e áudio para todos que estiverem lá, no lado de fora. Se até domingo o Governo atender nossas reivindicações, chegaremos lá para agradecer”, destacou. Fábio revelou que os caminhões carregam mensagens de paz, ordem e progresso.

Nesta sexta, a região também ocorreu carreata de caminhoneiros em Três de Maio, no centro da cidade. E, em Tuparendi, protesto reuniu centenas de pessoas na ERS 344, no trevo de acesso à cidade. Mesmo com a comitiva, os bloqueios seguem na região.


FONTE:http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/550105/Grupo-de-caminhoneiros-parte-de-Santa-Rosa-a-Brasilia-em-movimento-pacifico


Lideranças dos protestos dos caminhoneiros afirma que não houve acordo com o governo.



“Meus amigos caminhoneiros e simpatizantes da nossa causa. Não houve acordo com o governo. A paralisação continua. Nós hoje passamos o dia em reuniões. Inclusive, no momento em que foi divulgado o acerto, nós estávamos em uma reunião no Palácio do Planalto, conversando com o secretário [da Presidência, Miguel Rossetto]. Então nós estávamos com os celulares desligados. Nesse momento, esse governo mentiroso chamou a imprensa e disse que havia acontecido um acordo, para dar tempo de sair no Jornal Nacional. E não deu tempo de a gente desmentir. Então o Jornal Nacional pegou, inocentemente, e anunciou que houve o acordo. Então a partir de agora, o nosso movimento é bloquear automóveis também, até o meio-dia de amanhã [quinta-feira]. Para que o governo conheça realmente o movimento e atenda a nós e atenda ao nosso pleito. Muito obrigado. Tamo junto.”

Protesto dos caminhoneiros causa desabastecimento.

Resultado de imagem para caminhoneiros greveO protesto dos caminhoneiros já dura mais de uma semana. Nesta quarta-feira (25), rodovias federais de 10 estados chegaram a ser interditadas e agora de manhã ainda tem bloqueio em quatro estados.
Neste momento, ainda existem trechos interditados em Mato Grosso e em todo o Sul do Brasil. São 57 trechos em 27 rodovias federais. A situação é mais crítica no Rio Grande do Sul, onde existem 22 rodovias federais e 26 nas estaduais com bloqueios.
Em Santa Catarina, os números mudam a todo o instante. Na noite desta quarta-feira (25) eram 12 os pontos de bloqueio, mas segundo a Polícia Rodoviária Federal esse número subiu agora de manhã para 21 e já baixou para 19. Alguns caminhoneiros estão liberando as pistas porque receberam autorização para estacionar em terrenos particulares como um posto de combustível por exemplo.
Lideranças na região afirmam que não houve acordo e que os bloqueios vão continuar. E os bloqueios já causam na falta de combustíveis em várias regiões do estado. Em um posto em São Miguel do oeste, já não tem gasolina desde sábado.
O estado que registra maiores problemas é o Rio Grande do Sul com 50 pontos de bloqueio. No Paraná são 14 pontos de bloqueio em oito rodovias.
Em Mato Grosso, os caminhoneiros se recusam a sair das rodovias.
Neste momento, caminhoneiros bloqueiam oito trechos das BR-364, 163 e 070, que são importantes vias de escoamento de soja. Apesar da decisão da Justiça, por enquanto não há previsão de quando as rodovias vão ser liberadas. Em um dos pontos interditados da BR-364, os caminhoneiros dizem que ainda não foram notificados pelas lideranças do movimento. Enquanto isso, os produtores agrícolas estão preocupados porque estão em plena colheita da soja e toneladas de grãos podem ser perdidos.
Justiça já determinou o desbloqueio de rodovias em onze estados.

Nesta quarta-feira (25), várias estradas foram liberadas. No início da noite, os policiais rodoviários federais chegaram à BR-153 com a decisão da Justiça. Só então os caminhoneiros desocuparam as pistas, depois de mais de 30 horas de bloqueio.

Mais cedo, outro trecho da mesma rodovia já tinha sido liberado, perto de Aparecida de Goiânia. Nesse local, manifestantes chegaram a ameaçar com pedras quem tentava furar a barreira.
Em Mato Grosso do Sul, oito trechos foram interditados ao longo da quarta-feira (25). Mas todos foram liberados durante a tarde.
O empresário Evandro César Salomão, que é dono de seis caminhões, deu férias coletivas para os funcionários. “É muito mais viável a gente ter toda a nossa frota parada que a gente tem menos prejuízo do que com elas rodando”, diz.
Em Minas Gerais, foram quatro dias de paralisação. Mas nesta quarta-feira (25), bem cedo, os agentes já estavam nas estradas para cumprir a decisão da Justiça. Ao longo do dia, todos os bloqueios no estado chegaram ao fim. “Tudo ocorreu sem maiores problemas, sem resistência dos manifestantes”, afirma Renato Messias, da Polícia Rodoviária Federal.
Na Bahia, foram desbloqueados dois trechos da BR-242 e um da BR-020. A via expressa que dá acesso ao porto de Salvador também foi liberada.
Até agora, a Justiça já determinou o desbloqueio de todas as estradas federais em seis estados. As liminares também determinam a desocupação das rodovias de 14 cidades de outros cinco estados.
No Paraná, a Força Nacional chegou nesta quarta-feira (25) à Guaíra, para ajudar na desocupação das estradas.
No Rio Grande do Sul, a polícia rodoviária precisou intervir na BR-158, em Cruz Alta. A situação foi mais tensa em Ijuí e Pelotas, onde cinco manifestantes acabaram presos por jogar pedras nos carros que tentavam seguir viagem.
Durante a tarde, um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal sobrevoou a BR-101 em três Cachoeiras para verificar como está a situação. Os caminhoneiros permanecem às margens da rodovia liberando o trânsito de veículos pequenos, ambulâncias. Caminhão não passa.
No Ceará, as pistas da BR-116 foram liberadas no fim da noite. Mais cedo, um caminhoneiro teve o para-brisa atingido por pedras, depois de avançar sobre os manifestantes, na região metropolitana de Fortaleza. Ele foi detido pela Polícia Rodoviária Federal e saiu algemado.
O Rio Grande do Sul terminou a quarta-feira (25) com mais de 60 pontos de interdição em 35 rodovias estaduais e federais. No noroeste do estado, agricultores se uniram ao movimento dos caminhoneiros. Eles queimaram pneus e bloquearam a RS-307 com tratores.
“Combustível subindo, sobe o frete, pneu, sobe tudo. Estamos vendo que isso aqui vai dar um estouro que nós não vamos conseguir produzir mais”, afirma o agricultor Luis Carlos Szast.
Na BR-101, em Três Cachoeiras, os manifestantes impediram a passagem de veículos. As ruas estreitas da cidade ficaram tomadas com mais de 2 mil caminhões. No norte gaúcho, os caminhoneiros e agricultores ficaram parados ao lado da estrada, sem interromper o trânsito, depois que os policiais entregaram a notificação.
No sul do estado, os manifestantes também cumpriram a determinação judicial e liberaram as BR-116, BR-392 e BR-293.
Esse desbloqueio ainda que parcial das estradas foi um alívio para empresários, agricultores e também para consumidores que vinham sofrendo com as estradas fechadas. Até escolas e hospitais foram afetados.
Bloqueios prejudicam transporte de soja
Os bloqueios prejudicam o transporte da safra de soja, em Mato Grosso. Os caminhões não chegam ao terminal ferroviário de Rondonópolis, no sul do estado, que manda a produção até o porto de Santos, em São Paulo. O volume transportado pelos trens caiu 30%. No norte do estado, já falta combustível para as máquinas agrícolas. “Estamos tentando buscar nos postos para tentar não parar a colheita”, diz o agricultor Nélio Bertiol
No Sul do país, mais prejuízos no campo. Em Santa Catarina, caminhões não chegam para fazer a coleta e produtores jogam o leite fora.
Bom Dia Brasil: Como você sente tendo que jogar leite fora?
Vanderlei Kleinschmidt, produtor de leite: Muito mal, é muito triste. Você trabalha para conseguir se manter.

Leite estraga nos tanques e frigorífico suspende abate de 50 mil frangos
No Paraná, o leite também estraga dentro dos caminhões. O produto que ia para as indústrias está azedando nos tanques. Em Arapongas, norte do estado, um frigorífico suspendeu o abate diário de 50 mil frangos e dispensou 400 funcionários. Foi uma decisão forçada. A empresa não tinha onde armazenar todos os frangos que saiam da linha de produção. A câmara fria já está lotada. São mais 500 toneladas em caixas. E tudo isso não tem como ser transportado porque os caminhões não passam pelos pontos de bloqueios.
“Terrível. É melhor você deixar de abater, deixar de colocar o produto em estoque, já que não tem mais espaço, do que abater e ficar tudo na estrada para perder tudo”, conta o dono da empresa Domingos Martins.

O frango que não sai dos frigoríficos faz falta nos supermercados. Além de carnes, os consumidores penam para encontrar frutas, verduras e legumes. “Não está tendo verdura de folha, essas coisas. Procurei e não achei, não”, diz a dona de casa Fátima de Souza.

Fornecedores de gás e água também já estão com os estoques vazios. “Por causa da greve dos caminhoneiros, que está tudo parado, nós não estamos conseguindo que os caminhões cheguem para abastecer a nossa empresa. O jeito foi fechar”, afirma o dono da empresa
Osmar Mechelato.

Aulas são suspensas e hospital cancela cirurgias no Sul
O bloqueio nas estradas continua provocando uma corrida aos postos e com o aumento da procura, os preços dispararam. Em Paranavaí, um gerente foi preso porque estava cobrando valores considerados abusivos.  Em Manoel Ribas, região central do Paraná, as aulas foram suspensas. Os ônibus escolares estão sem combustível.
Em Santa Catarina, um hospital de São Miguel do Oeste cancelou cirurgias que já estavam agendadas. “Em razão do cenário caótico que nós estamos passando por falta de entrega, faltas de combustível. Não sabemos quando vai ser normalizado”, afirma diretor administrativo do hospital Flamarion Lucas.
Algumas estradas começam a ser liberadas pelo país, mas a paralisação dos caminhoneiros afetou o abastecimento de mercadorias em vários pontos do país.
Comerciantes dizem que os carregamentos estão voltando ao normal. Os caminhões do Sul ainda têm problemas. Na Ceagesp, os comerciantes reclamam do preço. O mamão que semana passada custava R$ 12, agora está por R$ 22.
Governo anuncia medidas para tentar acabar com protestos
O governo anunciou uma série de medidas para tentar acabar com os protestos nas estradas, mas os caminhoneiros estão divididos.
O acordo foi anunciado depois de meia-noite, mas a questão é quem assinou o acordo. Essa paralisação nas estradas foi principalmente de caminhoneiros autônomos que não seguem necessariamente comando de sindicatos, nem mesmo dos que participaram das negociações para acabar com o protesto nas rodovias, o governo se comprometeu a sancionar a lei dos caminhoneiros e congelar o preço do diesel por seis meses.
Era quase meia-noite quando os representantes dos motoristas de caminhão saíram da reunião em Brasília mostrando o acordo assinado. Com a garantia de que a nova lei dos caminhoneiros será sancionada sem vetos.
Ela reduz o valor do pedágio para caminhão descarregado. Responsabiliza os donos das cargas por prejuízos causados pelo excesso de peso. E ainda perdoa as multas por excesso de peso aplicadas nos últimos dois anos.
O acordo prevê também que as parcelas dos financiamentos para compra de caminhão sejam suspensas por um ano. Vale para os contratos em vigor feitos por caminhoneiros autônomos e micro empresas.
Já a discussão sobre o valor do frete ficou para o dia 10 de março, quando já está acertada uma reunião entre caminhoneiros e donos de cargas, tendo o governo como mediador. Os autônomos querem uma tabela de referência de valores.
Sobre o preço do óleo diesel, uma novidade. “A Petrobras nos diz que a partir dos seus referenciais indicadores, nós podemos afirmar que não haverá, é isto que a Petrobras nos diz, nos informa, que não haverá reajuste do preço do diesel nos próximos seis meses”, anunciou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rosseto.
As entidades que negociaram com o governo só não disseram quando a greve será totalmente encerrada. “Nós pedimos a sensibilidade dos caminhoneiros em liberar as rodovias pelas conquistas que obtiveram aqui”, diz o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Autônomos Diumar Bueno.

E essa foi a condição imposta pelo governo. “Só vai ser cumprido o que nós combinamos a hora que for liberado as estradas”, afirma o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues.

O documento foi assinado pelos ministros, Antônio Carlos Rodrigues, dos transportes, Miguel Rosseto, da Secretaria-Geral da Presidência da República, e 11 entidades que representam os caminhoneiros.
fonte:http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2015/02/protesto-de-caminhoneiros-causa-desabastecimento-pelo-pais.html

Professora é encontrada morta em apartamento em Bauru

O corpo de uma mulher de 52 anos foi encontrado, por volta das 9h de quarta-feira (11), no interior de um apartamento, que fica no sexto andar de um prédio localizado na quadra 10 da rua Albino Tâmbara, no Jardim Panorama, em Bauru. Waldete Aparecida Junqueira Prado estava deitada em uma cama e possuía escoriações nos braços, além de uma mancha vermelha no pescoço.
A ocorrência, que primeiramente foi tratada como suspeita de homicídio, já que a vítima havia brigado com o filho horas antes de morrer, intrigou a polícia. O delegado plantonista da Central de Polícia Judiciária (CPJ) Luiz Claudio Massa descartou a hipótese de homicídio, baseado em um laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML), emitido ainda na tarde de ontem, que aponta como causa da morte um edema agudo de pulmão, indicativo do uso de substâncias.
O CASO
Waldete era professora da rede de ensino infantil do município e morava com um companheiro. Durante este mês, o filho dela, de 30 anos, estava no apartamento para passar as férias, pois estuda medicina na Bolívia. “Ele nos contou que, por volta das 23h, se envolveu em uma discussão com a mãe. Durante a briga, os dois se agrediram. O estudante alegou que chegou a lesionar o pescoço da mãe e ele também foi agredido”, diz o tenente da PM Vinicius Sayki.
Em seguida, o estudante teria saído do apartamento. Ao retornar, encontrou a mãe dormindo no sofá. “Ele disse que ela estava embriagada e que a colocou na cama. Mas, ao acordar, por volta das 9h, constatou que ela estava morta”, conta o policial.
SUSPEITA
No início das investigações, a polícia suspeitava que o caso tratava-se de homicídio. “Além de confirmar a briga, ele também tinha marcas no rosto”, comenta o delegado. Mas a suspeita caiu por terra após o exame do IML apontar que a mulher possuía lesões apenas nos braços e que o inchaço no pescoço teria decorrido do processo de insuficiência respiratória. As manchas, também no pescoço, indicavam possível overdose causada por medicamentos ou drogas.

Mais de 400 mil pessoas acompanharam a marcha em Buenos Aires, nesta quarta-feira (18), convocada para homenagear o promotor Alberto Nisman, morto misteriosamente há um mês, informou a Polícia da capital.


Mais de 400 mil pessoas acompanharam a marcha em Buenos Aires, nesta quarta-feira (18), convocada para homenagear o promotor Alberto Nisman, morto misteriosamente há um mês, informou a Polícia da capital.

"Foram mais de 400 mil pessoas na marcha" em Buenos Aires, disse uma fonte da Polícia Metropolitana, subordinada à prefeitura.

O prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, de oposição, é o candidato da direita às eleições de 25 de outubro no país.

Já a Polícia Federal, que responde ao governo, calculou o multidão da marcha em 50 mil pessoas.

Batizada nas redes sociais de "a marcha dos guarda-chuvas", pela forte chuva que caía, a grande passeata transcorreu sem incidentes e em tranquilidade, no trajeto que separa o Congresso de Buenos Aires e a Praça de Maio, em frente à sede do governo.

O ato foi convocado por seis promotores opositores ao governo de Cristina Kirchner.

"Homenagem ao promotor Alberto Nisman", dizia um cartaz gigante exibido pelos promotores que convocaram essa manifestação de 1,7 km. O protesto contou com a adesão maciça da classe média da capital argentina.

Pingando da cabeça aos pés, os promotores e a ex-mulher de Nisman, a juíza Sandra Arroyo Salgado, e as duas filhas que ela teve com o promotor, de 15 e sete anos, foram aplaudidos ao serem reconhecidos pela multidão.

Em ordem, respeitando o lema do silêncio, casais e, sobretudo idosos, soltaram a voz apenas para pedir justiça, ou murmurar trechos do hino nacional.

"Estou aqui para pedir que haja justiça por esse pobre homem que deu a vida pela verdade", disse à AFP a professora Marta Cánepal, de 65 anos.

Era impossível distinguir entre os oito pré-candidatos presidenciais opositores para as eleições de outubro e os representantes da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) que participavam da marcha.

Em outras cidades argentinas, como Santa Fé e Mar del Plata, centenas de cidadãos também aplaudiam nas praças em solidariedade.

O ato teve réplicas também em frente às embaixadas argentinas em Brasil, Espanha, Itália, França, Austrália, Israel, Chile e Uruguai.

Para o sociólogo e diretor da consultoria Nueva Mayoría, Rosendo Fraga, "a marcha é um catalisador de reivindicações subjacentes na sociedade, como a impunidade".

O governo criticou o protesto, considerando-o parte de uma manobra "golpista", e afirmou que a denúncia do falecido promotor Alberto Nisman contra Cristina Kirchner e outros membros do alto escalão do governo é uma tentativa de envolver o país no conflito do Oriente Médio.

"Peço que abram bem os olhos. Não estou falando de conspirações. É um mundo de interesses", declarou Kirchner em um ato público transmitido em rede nacional horas antes da manifestação.

Ao inaugurar a ampliação de uma central nuclear 150 km ao norte de Buenos Aires, a presidente sugeriu que a passeata responde a interesses voltados para fazer fracassar as políticas de seu governo. Entre essas políticas, elas destacou a produção de urânio enriquecido para fins pacíficos.

A origem do caso, que envolve uma confusão judicial e política, é a explosão que destruiu sede da Amia, em 1994. O ataque deixou 85 mortos e 300 feridos.

Nisman foi encontrado morto no banheiro de seu apartamento em 18 de janeiro, com um tiro na cabeça de uma pistola calibre 22 emprestada por um colaborador. Havia apenas uma bala no chão, e o corpo obstruía a porta.

Na Argentina quase ninguém acredita na hipótese de suicídio. Nisman havia acusado Cristina Kirchner quatro dias antes e, na manhã seguinte de sua morte, deveria justificar a denúncia no Congresso.

Em 2005, com o apoio do falecido ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), Nisman acusou ex-governantes iranianos, entre eles o ex-presidente Ali Rafsanjani, de envolvimento no atentado contra a Amia.

Em 2013, Cristina Kirchner assinou um acordo com o Irã para criar uma comissão de investigação integrada por juristas que não fossem nem argentinos, nem iranianos, para levar os acusados ao banco dos réus.

Nisman e a numerosa comunidade judaica discordaram do acordo e alegaram que Teerã não era confiável.

Na acusação contra Kirchner, apresentada na sexta-feira pelo promotor Gerardo Pollicita, Nisman disse que a presidente tentava livrar os iranianos das acusações, em troca de petróleo, apesar de o combustível de Teerã ser incompatível com as refinarias argentinas.

Outro argumento é que Kirchner pediu a retirada dos pedidos de captura internacional contra os iranianos. A Interpol negou a acusação.

"Não há nenhuma prova que mostre que a presidente, ou o ministro (das Relações Exteriores, Héctor Timerman), ou alguém mais oferecia impunidade aos autores do atentado", disse o ex-procurador-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI) Luis Moreno Ocampo.

Moreno Ocampo considera que a passeata deve ser usada para pedir a reformulação dos serviços de Inteligência, "que vêm da ditadura (1976-83) e são inaceitáveis em uma democracia".

Noiva descobre em plena cerimônia de casamento que o seu prometido sofria de epilepsia, e celebrar a matrimônio com um dos convidados da boda.

Uma noiva descobriu em plena cerimónia de casamento que o seu prometido sofria de epilepsia. Ato contínuo, decidiu celebrar matrimónio com um dos convidados da boda.

Noiva casa com convidado após ataque de epilepsia do prometido
Jugal Kishore, o noivo, era doente epiléptico, mas Indira, a noiva, desconhecia essa condição. O prometido sofreu convulsões em plena cerimónia de casamento e, enquanto era transportado para ser assistido num hospital, a noiva – que se sentiu  traída pela omissão - pediu ao que seria o seu futuro cunhado para ocupar o lugar do outro, o que foi aceite.

Segundo o jornal The Times of India, tudo aconteceu na cidade de Rampur, no estado de Uttar Pradesh, no norte do país.

Quando Kishore teve alta do hospital, ainda pediu à antiga noiva para voltar atrás de modo a evitar a vergonha e o ridículo de ter sido trocado em pleno casamento, mas Indira rejeitou a ideia. A família do noivo chegou a apresentar uma denúncia às autoridades, mas acabou por retirar a queixa.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=760677

Escola de samba teria sido financiada pelo ditador Teodoro Obiang



Estadão Conteúdo



A vitória da Beija-Flor no carnaval do Rio de Janeiro com um tema polêmico em homenagem à Guiné Equatorial repercutiu pelo mundo. Menos na imprensa do país africano. Jornais e meios de comunicação como a BBC, The Wall Street Journal e outros europeus indicaram como a escola de samba teria sido financiada pelo ditador Teodoro Obiang, algo negado pela direção da Beija-Flor e pelo embaixador da Guiné.
Segundo a imprensa estrangeira, a escolha do enredo foi atacada por defensores de direitos humanos e criou uma saia-justa para a escola.
Na rede BBC, a manchete dava o tom: "Beija-Flor vence carnaval apesar de ligação com Obiang". Segundo a entidade, a Anistia Internacional atacou a decisão e pediu transparência no financiamento dos desfiles.
Mas, em Malabo, capital da Guiné, nenhuma referência foi feita sobre a vitória da Beija-Flor na imprensa estatal desta quinta-feira, 19. Na Asonga, agência oficial do governo e praticamente o único meio de comunicação do país, o leitor não encontra nenhuma referência ao fato de o carnaval do Rio ter homenageado o país.
Na televisão nacional, o programa da manhã falou do tempo, pediu uma oração a todos no país e trouxe outras reportagens como doenças. Mas nenhuma referência ao fato de o vice-presidente do país, Teodorin Obiang, ter visitado o Rio de Janeiro e se hospedado em um dos hotéis mais caros do Brasil, o Copacabana Palace, na zona sul da capital fluminense. Na Gaceta de Guine Ecuatorial, apenas uma reportagem sobre o Ebola.
Exílio
As únicas referências foram citadas em jornais da oposição e que precisam registrar seus sites fora da Guiné, como na Espanha. No Diario Rombe, reportagens mostram como a comitiva da Guiné viveu no luxo no Brasil, enquanto a população passa fome.

Agentes protestam contra a alteração na lei 9.266, assinada pela presidente Dilma Rousseff no último dia 13, que inclui a definição de que a Polícia Federal é parte da "estrutura básica" do Ministério da Justiça.

18/02/2015 12:33
POLÍCIA FEDERAL ENTRA EM GREVE NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA EM TODO O BRASIL

Os agentes da Polícia Federal (PF) de todo o país entrarão em greve de 72 horas a partir desta quarta-feira (22). A paralisação das atividades será seguida de atos públicos de protesto em frente às unidades da PF. Na Bahia, a mobilização acontece a partir das 16h30 de quarta, em frente à Superintendência Regional da Polícia Federal localizada na Avenida Oscar Pontes, no bairro de Água de Meninos.
Os agentes protestam contra a alteração na lei 9.266, assinada pela presidente Dilma Rousseff no último dia 13, que inclui a definição de que a Polícia Federal é parte da "estrutura básica" do Ministério da Justiça.
A greve é realizada, ainda, por conta do não cumprimento do acordo assinado com o governo federal, no final da greve de 2012, onde havia sido prometida a modernização da carreira na PF e o reconhecimento das atividades realizadas por todos servidores, ainda regidos por leis da época da ditadura militar.
"A Polícia Federal está sendo destruída, enquanto a população brasileira precisa do combate ao crime organizado e corrupção. Estamos sendo engolidos pela burocracia. O servidor deve ser reconhecido pelo que faz, e não pelo que está no papel. Queremos critérios de eficiência para as chefias, independente do cargo, e o fim da politicagem dentro da PF", explica Jones Borges Leal, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef).
Jones Borges, disse à Coluna Esplanada que a recente Medida Provisória (MP) 657 seria um afago estranho aos delegados em meio à eleição e às investigações de corrupção no governo, sendo uma ação decisiva para a realização da greve.
A MP beneficiou apenas o cargo de delegado, criando uma espécie de concurso para chefe no serviço público federal.

Confira na íntegra a nota:

A MP foi editada na calada da noite e em período eleitoral, contrariando o artigo 73, inc. V da LEI 9.504/97, e através dela, Dilma tenta enquadrar os Agentes da Polícia Federal e sua insistência em investigar casos de corrupção.
Para os Agentes Federais a edição da MP 657 centraliza a direção e o poder de todas as atividades da Polícia Federal em um só cargo, dentro de uma carreira única constitucional composta por cinco cargos policiais federais, o que une 90% dos servidores do DPF contra esse grave atentado à democracia que retira a autonomia de investigação dos Agentes Federais e dos Peritos Criminais que são responsáveis pela produção de provas técnico-cientificas.
Essa MP foi editada às vésperas das eleições presidenciais, coincidentemente quando veio à tona várias investigações onde membros do mais alto escalão do governo federal aparecem como, supostamente, envolvidos em escândalos de corrupção, o que certamente pode influenciar no pleito eleitoral.
A estratégia de concentrar todo o poder do órgão em um só cargo e assim controlar todas as investigações é semelhante a um golpe de Estado que atinge a sociedade sorrateiramente bem como foi a PEC 37 (PEC DA IMPUNIDADE) que era defendida pelos delegados de polícia como instrumento de "autonomia e poder", mas que colocava a sociedade e o Ministério Público como vítimas de um golpe antidemocrático que foi combatido pelos Agentes Federais desde o nascedouro, e que a sociedade acordou a tempo de ir às ruas em junho de 2013 para impedir tamanho retrocesso defendido com "unhas e dentes" por delegados de polícia contra a sociedade, e que hoje têm a MP 657 (MP DA IMPUNIDADE) como espelho da PEC 37, em âmbito interno às investigações da Polícia Federal, mas que atinge a sociedade tal qual a PEC 37.
Se a PEC 37 colocava como algozes da sociedade os delegados de polícia na ânsia por poder, a MP 657 (MP DA IMPUNIDADE) retoma mais um capitulo dessa história onde de um lado estão a sociedade e todas as instituições democráticas, e de outro estão delegados de policia defendendo prerrogativas, e concentração de poder, em detrimento da autonomia de investigação de todos os outros cargos da PF, o que retrocede a instituição atualmente mais bem avaliada pela sociedade aos tempos de controle político de todas as atividades do órgão.
E para tentar demover o governo Dilma de tamanho retrocesso, os AGENTES FEDERAIS da Bahia informam a população de que a partir da meia noite do dia 22/10/2014 estarão entrando em greve geral como forma de protesto, acreditando que a luta por uma Policia cidadã, moderna, e eficiente que entregue uma prestação de segurança publica da forma como a população almeja e merece, de forma rápida e consistente.
Essa é uma luta de toda a sociedade.

http://amigosdaguardacivil.blogspot.com.br/2015/02/policia-federal-entra-em-greve-nesta.html

FONTE: http://www.policiamunicipaldobrasil.com/index.php?pg=3&sub=11849

Nove pessoas foram detidas na madrugada deste domingo (15) por suspeita de estuprarem uma adolescente de 13 anos

Nove pessoas foram detidas na madrugada deste domingo (15) por suspeita de estuprarem uma adolescente de 13 anos em uma escola e uma casa no bairro Aliança, em Osasco, na Grande São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (SSP), entre os detidos estão quatro adultos e cinco adolescentes.
Ainda segundo a pasta,  o caso foi registrado como estupro de vulnerável no 10º Distrito Policial de Osasco. A vítima relatou aos policiais que fugiu de casa após discutir com familiares e foi a um bar, onde encontrou os agressores.
Ela disse que foi levada a uma escola e a uma casa localizados na Rua Quero-Quero, onde sofreu o abuso sexual, por volta das 5h.
A adolescente foi encontrada por policiais militares com a bermuda rasgada, sentada ao chão. Ela segurava uma caixa de papelão para proteger as partes íntimas.
Após voltarem aos mesmos locais, os policiais detiveram um dos suspeitos. O homem informou à polícia o endereço dos demais comparsas.

Os homens, com idades entre 18 e 22 anos, foram presos e serão encaminhados para Centro de Detenção Provisórias (CDPs). Já os adolescentes foram encaminhados para a Fundação Casa.

A adolescente foi encaminhada ao Hospital Pérola Byington para a realização de exames.
Os celulares dos suspeitos foram apreendidos pela polícia para realização de perícia.
fonte:http://www.correiodoestado.com.br/brasilmundo/nove-sao-detidos-por-suspeita-de-estuprar-garota-de-13-anos-em/239787/

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