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Professores temporário fazem protestos em São Paulo

Professores temporários realizam protesto hoje no centro de São Paulo


Professores temporários da rede estadual de São Paulo marcaram um ato nesta sexta-feira (7) em frente à Secretaria de Estado da Educação, na praça da República (região central). O protesto está marcado para 14h.

SITUAÇÃO DOS PROFESSORES TEMPORÁRIOS

  • Marcelle Souza/UOL
    Professores do Estado de SP relatam situação 'humilhante' para pegar aulas
  • Marcelle Souza/UOL
    Com nome sujo no Serasa, professor temporário reclama de atraso no salário
Eles vão pedir melhores salários e condições de trabalho, efetivação imediata dos aprovados no último concurso (que tinha 59 mil vagas) e direito ao IAMSPE (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual). Além disso, os temporários temem perder o emprego em março, quando os 20 mil aprovados no concurso devem assumir vagas.
O protesto de hoje não tem relação com a Apeoesp (sindicato da categoria).

Situação dos temporários

A reportagem do UOL acompanhou das 15h às 20h a atribuição de docentes temporários no dia 23 de janeiro. Os professores esperaram pelo menos duas horas para o começo da atribuição de aulas -- quando professores escolhem as classes e escolas onde irão dar aulas naquele ano letivo.
"É uma humilhação. Eu me formei em 2008, já fiz duas pós-graduações e sou tratada dessa forma", afirma Thaís Alves, 28, professora de português que chegou antes das 15h e só conseguiu sair da escola com a relação das suas turmas mais de quatro horas depois.
Naquele dia, foram chamados 600 temporários que queriam trabalhar na região para atribuir aulas, os mais bem classificados chegaram antes das 15h e saíram por volta das 19h30. Outros docentes só conseguiram deixar a escola por volta da meia-noite. "Passar por tudo isso e chegar com um sorriso no rosto na segunda-feira é para poucos", disse uma professora.

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