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Foto do adolescente espancado, nu e preso a um poste no Rio de Janeiro.

4.fev.2014 - Foto de garoto espancado e preso a um poste no RJ está dividindo opiniões na web

A imagem de um adolescente de 16 anos nu e preso a um poste por uma trava de bicicleta na Av. Rui Barbosa, no Flamengo, no Rio de Janeiro, está circulando nas redes sociais e gerando controvérsias. O garoto teria sido espancando por três homens, a quem ele chamou de "os justiceiros". A foto foi divulgada pela artista plástica Yvonne Bezerra de Melo, coordenadora da ONG Projeto Urerê. Internautas afirmam que o adolescente pratica roubos e furtos na região.
Em entrevista ao Extra, Yvonne contou que o garoto tinha marcas de tortura pelo corpo. Ainda de acordo com o jornal, o adolescente precisou esperar pela chegada dos bombeiros para ser libertado do poste e encaminhado ao hospital Souza Aguiar, no centro do Rio.
"Eu não quero saber se ele é bandidinho ou bandidão, você não pode amarrar uma pessoa no meio da rua. Aquela área do Flamengo teve um aumento muito grande de violência e roubos recentemente. Como as coisas não melhoram, um bando de garotões se junta e começa a fazer justiça pelas próprias mãos. Sei que tem muita marginalidade e a polícia é ineficaz, mas você não pode juntar um grupo e começar a executar pessoas", desabafou Yvonne ao Extra. "Eu perguntei a ele quem tinha feito aquilo e ele disse que eram os 'justiceiros de moto'. Ele foi espancado, levou uma facada na orelha, arrancaram a roupa dele e prenderam pelo pescoço. E ninguém na rua fez nada para impedir", completou.
A imagem divulgada no Facebook gerou controvérsias. Internautas apoiaram a atitude da artista plástica em ajudar o garoto e divulgar a foto e outros criticaram e até fizeram ameças a Yvonne. "Eu recebo ameaças por defender, mas estamos falando de seres humanos. Recebi no Facebook a seguinte mensagem: "Pra mim essa raça tem que ser exterminada com requintes de crueldade". De um rapaz jovem, que não deve ter nem 20 anos. Se o Estado não toma providências para resolver o problema da violência, os grupos nazistas, neonazistas se unem e essa mentalidade toma conta", afirmou a artista plástica.
Segundo o G1, o caso não chegou a ser registrado na delegacia. A Secretaria Municipal de Saúde não soube informar o estado de saúde do menor, porque ele chegou sem documentos à unidade.
(Com informações do jornal Extra e do G1)
Leia mais em: http://zip.net/bhmjhb

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