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Bancos chegam a um acordo para por fim a greve da categoria.

R7
O Comando Nacional dos Bancários e a Fenabam (Federação Nacional dos Bancos) chegaram a um acordo na madrugada desta sexta-feira (11) para encerrar a greve dos bancários, que completa 23 dias.
A categoria recebeu proposta de reajuste  de 8%, com ganho real de 1,82%, de acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo. E os pisos seriam reajustados em 8,5%, com ganho real de 2,29%.
O Comando aceitou a proposta e vai defender sua aprovação nas assembleias que acontecerão na tarde desta sexta-feira (11) em algumas cidades brasileiras. A assembleia em São Paulo está prevista para ocorrer às 17h.
fonte: http://r7.com/iHiu

G1
O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo na madrugada desta sexta-feira (11) para encerrar a greve da categoria, que completou 22 dias na quinta (10), informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A decisão agora terá de ser levada às assembleias locais para ser votada, e, se aprovada, porá fim à paralisação.
Segundo a Contraf-CUT, cidades de São Paulo, incluindo a capital, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul vão realizar assembleias na tarde desta sexta. Demais sindicatos do país vão realizar assembleias até segunda-feira (14).
Os principais pontos do acordo, segundo a Contraf-CUT, são 8% de reajuste (1,82% de aumento real); 8,5% (2,29%) de reajuste para o piso da categoria, e compensação pelos dias parados pela greve de até uma hora por dia (entre segunda e sexta-feira) até o dia 15 de dezembro.
O presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, disse que avaliou como positiva a proposta patronal e orientou os sindicatos da categoria a aceitarem o acordo, encerrando a greve em todo o país.
A reunião entre o comando e os representantes dos bancos começou pela manhã, mas as negociações se arrastaram até por volta de 2h30 porque a Fenaban propunha a compensação dos dias parados em 180 dias, enquanto os representantes dos trabalhadores pediam a anistia do período.
“A culpa da greve é dos bancos. Não aceitamos que sejamos responsabilizados pelos dias parados”, disse Ademir Wiederker, diretor de imprensa da Contraf-CUT.
Procurada pelo G1, a Fenaban não se pronunciou até a última atualização desta reportagem. 

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