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Escavação do Titanossauro da região de Marília.

Terminou na última sexta-feira a escavação do titanossauro (21/08/2012)















TITANOSSAURO


Terminou na última sexta-feira (17) a escavação e a remoção dos ossos do titanossauro encontrado na região de Marília em 2009. Essa foi a quarta etapa do projeto e foi realizada pela Prefeitura de Marília por meio das secretarias municipais da: Cultura, Meio Ambiente, Obras e Desenvolvimento Econômico em parceria com a Universidade de Brasília (UNB), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Fundação Educacional de Fernandópolis .

Foram várias semanas de escavações, iniciadas no dia 21 de julho, envolvendo os paleontólogos: William Nava, Coordenador do Museu de Paleontologia de Marília, Rodrigo Santucci, coordenador do projeto através da UnB – Universidade de Brasília, e Marco Brandalise de Andrade, da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, responsáveis também pelo projeto e pelos trabalhos de escavação, além dos pesquisadores Daniel Fortier, Flávio Pretto e Marcel Lacerda, também da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Adriano Mineiro, Lucila M. de Souza e Filippe Oliveira, também da Universidade de Brasília, além de uma equipe de cinegrafistas da UFG –Universidade Federal de Goiás, composta pelos integrantes Anette Oliveira, Ton Oliveira e Ricardo Nogueira, que trabalham em parceria com o paleontólogo Rodrigo Santucci, da UnB e produziram, na ocasião, um documentário sobre a cidade e as escavações, que será finalizado e exibido em Marília até o final deste ano.

O resultado foi a coleta de mais da metade do esqueleto do titanossauro, caracterizando assim uma das mais importantes coletas desse tipo de réptil já realizadas em nosso país, inclusive o bloco maior, medindo 4m x 2m por 1m de altura é considerado o maior já escavado no Brasil. Parte dos fósseis está depositada no Museu de Paleontologia, no prédio da Secretaria de Governo (Prefeitura) dentro da Unimar e na Secretaria de Obras.

Acredita-se que esse titanossauro media cerca de 13 metros de comprimento, e teria ficado fossilizado às margens de um antigo rio que existiu na região há aproximadamente 70 milhões de anos. Como seu esqueleto estava parcialmente articulado, os pesquisadores aventam a possibilidade do animal ter morrido ali mesmo onde foi descoberto em 2009 pelo paleontólogo William Nava.

O próximo passo será a preparação mecânica dos fósseis com canetas preparadoras, material que será adquirido pela UnB em Brasília e trazido até Marília para retirar sem danos, partes rochosas que se encontram incrustadas sobre e ao lado dos fósseis. Trabalharão nessa etapa, além de William Nava, outros pesquisadores que virão da capital federal e de outras cidades.

As escavações do titanossauro foi realizada pela Prefeitura de Marília por meio das secretarias municipais da: Cultura, Meio Ambiente, Obras e Desenvolvimento Econômico em parceria com a Universidade de Brasília (UNB), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Fundação Educacional de Fernandópolis .



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