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POEMA DE SEPARAÇÃO

http://blogs.abril.com.br/imparcialismo/2010/07/redundancias.html

Adiar um Adeus

Hoje era para ser nosso último encontro
Ensaiei as palavras de adeus,
Elaborei um discurso sincero
Para não ser injusto com nosso historia a dois,
No momento em que tinha que te dizer
Aquelas palavras pensadas para que eu não pareça ingrato
Com tudo que foi o nosso amor...,
Demorei um pouco, ali, te olhando um pouco
Com pena de deixar aquela sua alegria descompromissada
Nesse instante veio na lembrança
Nossos pedacinhos de felicidade a dois,
Nossos pequenos sonhos nossos juntos,
Nossos momentos de paixão ardente,
E aquela alegria, a inocência e aquele sorriso quase infantil
Deslizou em seu rosto me impedindo de pensar,
Fiquei te contemplando e esqueci as palavras de adeus,
Assim adiei o adeus e as dores desse amor que eu não posso possui...
E assim omito a verdade e conto a mesma mentira sem dizer uma palavra.
Darci Costa
J.Nunez

Perdão Mentiras e Promessas

Um dia vou ter coragem,
Para dizer ao meu coração,
Agora chega!...
Chega de ilusões!...
De querer viver este amor
Sustentado apenas de perdão,
De suas mentiras e promessas
De que vai mudar,
Sei que você nunca... Vai mudar.
Sei de sua razão,
Para sustentar este amor,
Com mentiras e promessas em vão.
Mas ensisto em viver assim,
Confuso em meus sentimentos,
De ódio e louca paixão.
Sempre preferi me enganar,
Talvez seja por medo da solidão,
Ou porque desaprendi a viver
Sem você, sufocando o meu coração.
Por isso vou fingindo o perdão
Com o peito a cada dia,
Mais e mais sufocado
Por estes resentimentos.
Um vou ter coragem para dizer
Agora chega!...

José Nunes Pereira ( POETAS DAS DORES CLÁSSICAS)
J.Nunez

Multiculturalismo

O Multiculturalismo na Literatura

Saulo Menezes Castro poeta da integração com à natureza, da ciência sem cálculos e da filosofia sem teses e teorias. Poeta do envolvimento e da dança com os átomos, poeta da fusão do homem consigo mesmo, da individualidade, da consciência de existir e da integração com o universo. O homem é apenas uma pequena parte, um único membro desse corpo infinito e universal. Saulo Menezes Castro é um poeta holístico, essa idéia de integração com o universo não é um conceito da filosofia ou da psicomotricidade, na cultura indígena, asiática, africana em outras culturas que não seja essa que é basicamente cristianismo e capitalismo, a holística sempre existiu. Os índios é um exemplo dessa idéia de integração, seus deuses da árvore, seu deuses da chuva, seus deuses dos animais etc, sempre foram vistos pela cultura cristão como tolices, ignorâncias etc. Agora que estamos rumo ao uma catástrofe ambiental, podemos afirmar que a cultura do índio é a nossa salvação mas provável, e não o cristianismo que foi imposto e continua sendo imposto, com a mesmo arrogância do tempo da colonização. Não há mais espaço para as imposições, o caminho para a humanidade, agora com a democratização do conhecimento, é o sincretismo cultural e religioso. A cultura indígena é a salvação da humanidade porque essa cultura vê o homem com um ser integrado a natureza, muito diferente de nossa cultura capitalista cristão que sempre viu o ser humano com a maior e mais perfeita criação de Deus. Os deuses em todas as coisas que vemos em muitas outras culturas,deu a esses povos um respeito a natureza, que não somos nem si quer capazes de compreender. Esses deuses em tudo dessas culturas são os gnomos e os elementais da cultura esotérica. A holística pode salvar o mundo. O sincretismo que muito não gostam nem si quer ouvir falar é o caminho mais provável, agora que vivemos a era da informação, do multiculturalismo e do globalismo, o regionalismo pode ser preservado, porém não é possível represar o conhecimento, porque o conhecimento anda com o homem, e esse homem virtual é um andarilho universal. A gnose moderna de Samael Aun Weor é o maior exemplo de integração do homem com o mundo, do homem com sigo mesmo e com a cultura universal. a individualidade do homem e da natureza é preservada quando vemos o homem com um membro de um corpo universal. Em nossos corpos temos nossas individualidade, não confundimos a mãos com as orelhas, os pés com o nariz, cada membro de nosso corpo tem a sua individualidade preservada pelos instinto e pela nossa consciência de existir. A maneira como estamos organizados é que torna possível nos reconhecemos como seres humanos, e a nossa dependência do o mundo que nos cerca é que nos permite reconhecer que somos seres integrados com a natureza.O multicuturalismo é um fator importantissimo para que possa haver um intendimento entre os povos do mundo, a imposição de alguns símbolos de uma cultura determinada em um espaço onde é freqüentado por indivíduos das mais variadas culturas, é um desrespeito a essa liberdade de conhecer, de se informar, de se integrar a cultura universal. O individuo multiculturalizado amplia sua capacidade de compreensão de si mesmo como homem integrado ao universo e individuo com algumas independências preservadas.

J.Nunez

MOVIMENTO LITERARIO IMPARCIALISMO

COPA DO MUNDO E PATRIOTISMO BRASILEIRO

Copa do Mundo e Patriotismo Brasileiro...

http://literaturaimparcialista.blogspot.com/2010/08/ficar-e-sexo-sem-compromisso.html


O patriotismo brasileiro e a consciência de que somos uma nação fica muito mais evidente nas copas do mundo, esse patriotismo e essa consciência de brasilidade deveria continuar depois da copa. Esse patriotismo não deveria estar associado somente ao futebol. A consciência de Brasilidade deveria estar relacionada à nossa consciência política, a nossa formação histórica e nossa condição humana e a nossa consciência de um povo. O que mudará depois da copa ou depois que seu time for campeão? Nada! Não é um mal que sejamos patriotas, ou tenhamos consciência de que somos uma nação apenas nas copas do mundo, o mal é que não somos ou não temos consciência política e de unidade quando estamos fora desses eventos esportivos. Somos um povo olhando para uma África no coração e na alma, Somos um povo olhando para uma Ásia no coração e na alma, Somos um povo olhando para uma Europa no coração e na alma,
E o nosso índio no coração e na alma?
Somos ainda colonizados e colonizadores de nós mesmos.
Somos ainda o europeu e o asiático que veio para ganhar dinheiro, somos os africanos trazidos a força, e o nosso índio? O nosso índio é o dono da terra é o brasileiro mais brasileiro sem precisar de consciência de brasilidade, os índios são naturalmente dessa terra e não precisa de consciência de Brasilidade.
A copa do mundo é uma festa brasileira, nas festas temos a ilusão de que somos unidos em um único grupo social, depois que acabar a festa, vamos um para cada lado e perderemos essa ilusão de brasilidade e falsa consciência de nação. Esse patriotismos deveria estar associado a consciência política, a formação cultural, a preservação cultural associada ao desenvolvimento cientifico e tecnológico, esse patriotismo deveria estar associado ao voto que decide o futuro um pais, a consciência de unidade lingüística e territorial, a consciência de multiculturalismo dentro de um grupo, esse patriotismo deveria estar associado a nossa educação e os nossos direitos e deveres de cidadão.
É incrível que morremos de parada cardíaca na copa do mundo, não somos capazes decorrer do coração com tanto roubo em Brasília e tanta diferença social e descanso com a educação e a saúde.
Nessa copa do mundo esquecemos os padres pedófilos, as catástrofes ambientais, o aquecimento global, a política brasileira, a criança embaixo da ponte e educação a beira do abismo, os doentes nos corredores de hospitais...etc.Isso é a desinformação da informação, é o descanso em nome do prazer e do capitalismo.
Olhamos para o nosso próprio umbigo, pintamos e vestimos para a copa do mundo cachorros que detestam bomba, se esses cachorros pintados e vestidos tivessem consciência de copa do mundo torceriam contra o Brasil para que não sofram com bombas rojões.

J.Nunez
http://literaturaimparcialista.blogspot.com/2010/08/ficar-e-sexo-sem-compromisso.html

Ficar e sexo sem compromisso

Atos Secretos

Nevoeiro encobre a cidade,
Ela voltou mais cedo
E me pegou em “atos secretos”
Embaixo do edredom.
Tentei explicar: ela disse que não precisava,
Mas a vergonha ainda persiste
E continuo tentando explicar:
“Não fiz nem menos nem mais
Do que você faz em pensamento
Quando esta em público.”
Talvez eu seja só mais um sujo querendo
Justificar nivelando você comigo.
O nevoeiro foi ontem; hoje o Sol
Deixa entrar pela janela sua claridade raliada de verão,
Deixa essa vontade do seu beijo úmido e quente.
Tudo é noticia; estatística de sexo casual também é noticia,
Violência não é mais noticia é matéria prima para o cinema,
É produto de consumo para a tv,
Mas o que me importa mesmo
É trazer de volta seu beijo quente e úmido
E nosso sexo casual que rolava
Antes de eu ser pego em “atos secretos”.
Ela voltou, entendeu que foi solidão e até me perdoou,
Mas para me dizer isso,
Ela veio com um homem elegantíssimo e bem sucedido
Certamente ela espera que eu tenha um pouco de nobreza
E corte os pulsos quando saindo ela bater a porta.
Talvez ela pensa que sou uma gueixa suicida
Ou um político asiático, ela realmente não me conhece!...

Abílio Santana
J. Nunez

Sou degenerado e frouxo na moral quando sou Abílio Santana.

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Mensagem e poema Pai

07.08.2010

Do que são feito os pais....

Todos os homens são iguais,
Mas os pais, do que são feito os pais.
Pai é a condição mais sublime do homem
Porque a palavra pai possui o peso da vida...

Eles são feitos de um amor diferente do amor de mãe,
Eles possuem a fidelidade dos guerreiros,
Eles possuem o silêncio das palavras
E a voz das atitudes que diz muito mais...
Os pais são homens quase sem lágrimas,
Porque uma lágrima de pai dissolve o mundo,
Coloca desespero, medo e insegurança na família.

Aos pais é permitido apenas sorrir,
Aos pais é permitido apenas sentir
E nunca dizer dos seus medos e suas fraquezas.

Aos pais não é permitido sentimentos de homens,
Esperamos que ele nos aprove,
Mas que também nos censure
Para que assim não erremos o caminho.

Os pais são mestres em silenciar suas dores
E ocultar seus medos, suas fraquezas e duvidas.
Os pais amam quase que sem voz,
Amam com gestos de amor e dedicação por toda a vida.
Não vemos quando um pai sangra,
Do que são feito os pais?

J.Nunez

Mundo interno e mundo externo

Atrás das trinjeiras de ser cidadão...

Andarilho a margem de dois mundos sem que pertença definitivamente a nem deles.
Este mundo não me conquista, não me trai, não me leva, sem que eu perceba que me leva.Luto contra a correnteza, e isso tira o sentido de tudo como quando contamos antes da hora, o que era surpresa.
Do outro mundo não sei nada, e isso me assusta, tenho medo de solidão, mas de todo modo é somente solidão, pois sei que o mundo me leva, e é isso que tira o sentido da vida, e olho para além.
É preciso que eu vá pela vida, feito um graveto que vai na enxurrada, que vai sem saber que vai, igual os que sofrem sem saber que sofrem, mas Deus me deu sentidos, para que sinta e veja.
Deus me vez com asas e não gosto de viver somente no chão, sou ave solitária e migratória, e é hora de passar a margem.
17/11/03

Embaixo das folhas secas e frutos apodrecidos, embaixo das casca das arvores e em toda a extensão de um graveto, um universo que quase apalpo, que me faz esquecer por um instante este universo a que pertenço.
Atras das cascas das arvores um universo indiferente
a este microcosmo de orgia, vícios e matéria.
Por um breve instante sai das trincheiras de ser cidadão; onde nosso inimigo se esconde conosco, sem que se quer suspeitemos de sua presença; ele nos envenena desde de o café da manhã, que desfrutamos juntos prazerosamente, e vai-nos matando aos pouquinhos e servido-nos de ombro amigo e companheiro incondicional.
Quando saio das trincheiras de ser cidadão, apalpo um universo minúsculo, desgarro desta teia de aranha, que chamados de vida, e por este instante não tenho para onde voltar, e sou qualquer coisa que não seja cidadão, sou qualquer pedra imóvel, sou qualquer folha caída; levada pelo vento, qualquer rio que deságua, qualquer bicho do mato, sou qualquer pássaro, não, não sou qualquer pássaro!...Sou na verdade qualquer coisa que é sem o propósito de ser, qualquer flor, qualquer orvalho, qualquer chuva que faz o bem, sem o propósito, sou qualquer coisa, como um sorriso sincero, qualquer coisa sem o propósito de ser.
Os pássaros e as abelhas labutam demais, os pássaros fazem ninhos e as abelhas fazem mel, são quase cidadãos, mas eu não, sou neste instante a inveja dos pássaros; porque não sou livre, sou neste instante qualquer coisa que não possui propósito nem um, que é e pronto.
17/11/2003

A exclusão social do mulato e do negro

POEMA CANTO DOS OPRIMIDOS
(4O anos da morte de Luther King)

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Quer deixar à senzala,
Quer vir sentar na sala,
Quer ter direito a fala.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Quer deixar à favela,
Não quer viver de esmola,
Não quer deixar à escola.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Não quer descer ladeira,
Não quer resto de feira,
Não quer comer poeira.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Não se dobra com chicote,
Não se cala com acoite,
Não é servil à elite.

Não existe preconceito, o problema é que essa negra,
Não sacode essa cadeira,
Não desce à ladeira,
Não satisfaz vontade passageira.

Não existe preconceito, o problema é que essa negra,
Freqüenta o baile de gala,
Sabe muito bem o que fala,
Não perde seu tempo com novela.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Deixou seu lugar comum,
Não é mais qualquer um,
Não se dobra a senhor algum.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Atravessou à margem,
Mais não esqueceu sua origem
E recusou à maquilagem.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Não se engana com mentira,
Que marginaliza sua cultura,
E a verdade transfigura.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Resgatou sua história,
Tem uma áfrica na memória,
E um canto de vitória.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Não sangra mais no tronco,
Não se engana nem um pouco,
Não se vende nem quer troco.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Reclama, pede por mudança,
Não quer mais saber dessa injustiça
E não dá mais para olhá-lo com indiferença.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Quer sua liberdade,
Sua luta, sua oportunidade,
Seu direito à felicidade.
Com prevê a constituição.

Se o negro aceitasse sua condição,
Se ficasse onde estão.
Se o negro aceita à favela,
Que é uma extensão da senzala,
E vivesse com que lhe dão de esmola,

Se não reclama seu direito,
Não existiria preconceito,
Porque aceita o que lhe é dado, que é o resto...
E não o que lhe é de direito.

Meus versos não têm pele, não tem cor,
Meus versos têm humanidade e amor,
Meus versos é o canto do oprimidos,
Meus versos é o grito dos injustiçados...

4 de abril 2008 J.Nunez

MOVIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO

Do fundo da alma
Periferia AnarcoPunk 19/05/2008 14:39
Muito bela e emocionante essa poesia, verdadeira, contundente e necessária.
Meus parabens e que viva todos os povos oprimidos em resistência!

A violência no cinema brasileiro

O Brasil produziu Mazzaropi,
Uma visão caricata do brasileiro,
Produziu Jeca- tatu
Outra visão caricata do brasileiro,
Depois passou a produzir pornochanchada
E dar ao brasileiro uma baixeza cultural e sexual,
Agora está produzindo ou reproduzindo no cinema a violência
Nas favelas e nas grandes cidades brasileiras,
Até quando vamos ficar usado o nosso país como colônia a ser explorada,
A violência, a pobreza e o tráfico de drogas e a nossa realidade
Está sendo usada como produto de consumo
Para brasileiros e o mundo ver.
Esses produtos brasileiros e cinematográficos
Servem apenas para difamar nosso país...
É claro que vão dizer que isso é apenas contar historia ou ficção com base na realidade,
Com essas saídas irresponsáveis
Perduramos todos os males sociais.
Está na hora de começarmos a fazer filmes que dignifica nossa brasilidade.

Octavio guerra
J.Nunez

Sacolas plásticas, símbolo capitalista

Confesso: sou viciado em sacolas plásticas,
Sou mais um que polui esse mundo com plástico,
Não somos a era do ferro,
Não somos a era do ouro,
Somos a era do plástico e do silicone, é lógico!
Plásticos de recursos não se renovam
Plásticos centenários, plásticos não se reciclam
Plásticos nos carros onde não aquece,
Plásticos dos móveis,
Plásticos nos eletrodomésticos
Plásticos nesse computador,
Plásticos, plásticas, botox e silicone em tudo.
O plástico é o símbolo do consumismo,
É o símbolo silencioso do capitalismo,
É a expressão máxima dessa sociedade irresponsável
Que vi o estante, e o estante é sempre o consumo
E a compra de alguma coisa...
Sacola plástica sufoca,
Isso já foi demonstrado pelo Capitão Nascimento em Tropa de elite
A sacola plástica é a publicidade barata
Que está saído muito caro para a humanidade...
Morremos e o plástico não se decompõe,
Morreremos ou o plástico nos matará sufocados pela sacola plástica,
Igual o Capitão Nascimento em tropa de elite.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Trabalhos gestão de pessoas e gestão de negócios. CHÃO DE FÁBRICA

Chão de fábrica

A indústria precisa rever esse conceito e essa expressão preconceituoso e grosseiro, a famosa chão de fabrica. O que se denomina chão fabrica hoje são os filhos e netos dos primeiros operários brasileiros, filhos e netos dos nordestinos e dos trabalhadores rurais que foram trabalhar na indústria. Esses netos e filhos desses primeiros operários são profissionais que estão preparados ou estão se preparando para outros mercados de trabalhos, muitos desses operários que são chamados hoje de chão de fábrica são profissionais, que em alguns casos possuem muito mais qualificação que seu superiores que estão na mesma empresa a três décadas . É natural que ocorra nas empresas, principalmente no chão de fábrica tantos pedidos de demissão, é normal que esses operários filhos e netos do primeiros operários não aceite trabalhar no chão de fábrica, também é normal que não trabalhem no mesmo ritmo que seus pais e avós, afinal, esses novos operários são profissionais que muitas vezes estão preparados para outros mercados de trabalhos com melhor renumeração e mais dignidade e que não está sujeito a essa expressão grosseira, chão de fábrica.
O que leva alguns profissionais preparados para outros mercados de trabalhos ao chão de fábrica, é a concorrência criada por tantos profissionais preparados em tantos outros mercados de trabalho. Esse operários que buscam refugio no chão de fabrica são operários passageiros que estão ali enquanto pagam seus estudos, passem em concursos ou entre no mercado de trabalho no qual esse profissional especializou.
Esses fatores mostram que é preciso mudar esse conceito de chão de fábrica, perceber que muitos dos que chamamos funcionários de chão de fabrica estão muito mais preparados que seus superiores que estão ali na mesma empresa a três décadas.

A indisciplina e do desinteresse dos alunos pela escola...

A educação nesse contexto contemporâneo em que a tecnologia foi vulgarizada pelo capitalismo e pelo consumismo, esse tempo de celulares computadores e outras tecnologias, roubou do aluno a consciência de que esse mundo virtual não é necessariamente uma extensão da vida, da realidade profissional e do mercado de trabalho pós ensino médio.
A vida, a realidade profissional e o mercado possuem uma relação primitiva e direta com todas as matérias escolas. É necessário que o aluno tome consciência que esse mundo virtual não é necessariamente uma extensão do mercado de trabalho, é necessária que o aluno compreenda que toda as tecnologias acessíveis nesse tempo de capitalismo e consumismo é uma extensão de todos os conhecimentos adquiridos na escola, aprofundado e aperfeiçoado nas faculdades. Para que o aluno compreenda essa relação o professor deve realizar aulas multidisciplinares mostrando aos alunos o conhecimento, a ciência e a evolução desse mesmo conhecimento para que a tecnologia chegasse a esse grau de evolução. A tecnologia não é o consumo e tecnologia em si mesma, a tecnologia é um acumulo de conhecimentos e de muitas pontes entre esses conhecimentos que proporcionou ao homem moderno esse avanço cientifico e tecnológico.
Tenho observado que o aluno de todas as séries escolares vivem subconscientemente em um mundo virtual que não é desassociado da realidade profissional e do mercado de trabalho. A tecnologia quando vista como uma extensão da vida, ela deixa de ter começo e evolução e assim desmotiva o conhecimento e a descoberta porque ela é em si mesma a vida, quando na realidade a tecnologia não é a vida e nem mesmo é a extensão dela, a tecnologia é na realidade fruto do conhecimento e das descobertas que os homens acumularam durante a sua evolução. A vida esta totalmente desassociada da tecnologia, e isso se pode provar se retrocedermos a uma época em que não havia esse avanço e a vida continuava a mesma vida, o que ocorre nesse tempo em que vivemos é uma identificação com o contexto histórico contemporâneo onde confundimos a vida com a virtualidade da vida. Certamente esse é um dos fatores da indisciplina e do desinteresse dos alunos pela escola e pelo conhecimento, é urgente que a escola ensino ao aluno que por de trás de todos as tecnologias esta o conhecimento que se inicia na escola, e esse conhecimento é o próprio mercado de trabalho.

J.Nunez

Literatura Contemporâneo Pós Modernista

Há um grande preconceito quanto falamos de poetas contemporâneos, esse preconceito é resultado da quantidade gigantesca de pessoas que escrevem poesia e essa quantidade está sendo confundida com falta de qualidade.Esse julgamento está totalmente equivocado, porque há muitos poetas de qualidade dessa multidão de poetas, e a qualidade é equivalente a quantidade.
O que ocorre nesse momento é resultado da democratização do conhecimento, do globalismo cultural, do sincretismo, do acesso a informação, do acesso a leitura, do acesso a cultura, do letramento e a alfabetização. Se alguém disser que muito do que se escreve hoje na poesia é uma colagem de tudo que foi escrito antes, que muito do que se escreve hoje não passa de associações de frases feitas que é resultado das leituras de poesia feitas por esses poetas da atualidade, certamente não discordarei. O que eu não posso concordar com é a generalização, essa é capaz de nos cegar, nos impossibilita de ver as novas tendências que podem vir a surgir na poesia.
O acesso as cultura, a informação, ao conhecimento não pode ser confundido com vivencia, com índole, com formação de caráter, com mudanças internas, a democratização da informação e do conhecimento, são fatores externos ao individuo, a realidade é bem oposta ao que se parece, a verdade é que somos carentes de rituais de vida, de vivencia física em sintonia com a vida interior. Não vivemos o conhecimento porque a vida nos pesa muito, e a busca pela estabilidade social é um fator mais muito mais significante que o conhecimento, um exemplo disso são aqueles que desejam levar uma vida mais Zen e são engolidos pela realidade capitalista. A única verdade que eu sei, é que a vida como ela está configurada, as coisas como estão estabelecidas, se parece com um chão que não nos permite parar, se pararmos o vida nos engole, e esse engolir quer dizer que estaremos fora dos benefícios e dos bens de consumo que a sociedade produz, é muito pior que isso, se pararmos, estaremos sem os recursos básicos para a vida, porque tudo é capitalizado.
A poesia Imparcialista busca a leitura dessa realidade, leitura desse homem contemporâneo, e assim realiza algo que seja diferenciado e com outras temáticas distante do que foi escrito até o momento, em alguns casos, a poesia Imparcialista parece se aproximar da poesia que se escrita por poetas anteriores e consagrados, mas essa aproximação é feito com consciência, isso se nota na poesia de Jose Nunes Pereira, COM SEUS SENTIMENTOS CLASSICOS, esses sentimentos que não mudaram por mais moderninhos que parecemos, esse sentimento clássico do qual fala o poeta são as dores do amor, as dores de cotovelo que sentimos muito antes de sermos homens da caverna.

J.Nunez

Movimento Literario Imparcialismo

Não pense em aliviar minha solidão...

Silêncio
http://matizesdoamor.blogspot.com/

Não pense em aliviar minha solidão,
Não perturbe meu silêncio com suas palavras.
Este meu olhar não esconde mistério,
Nem é segredo o silêncio no meu rosto,
Do mesmo modo que à noite sem estrelas
Não oculta nada que não sabemos,
É apenas minha maneira de ser.
Se há silencios está nesse caminho
Que me levara ao silêncio,
Mas certamente você não está disposta a escutar.
Pode ficar, mas, por favor, fique em silêncio,
Feito estes objetos que ornamentam a estante.
Não fique procurando sentimentos
Na superfície do meu olhar,
A desilusão me fez leviano e desfrutável,
Feito a brisa da manhã,
Por isso deixo que você fique.
Querer que você me escute...,
Que você ria do que eu falo,
É uma vaidade que não sei mais.
Se nada mudar, talvez de tempo
De você me conhecer,
Se você ficar em silêncio
Vou escorrer dentro do seu corpo,
Depois vazarei pelos seus poros feito o suor
Que molha sua pele.
Vou te olhar por dentro, vou despir sua alma,
Para saber quem é você.
Não fale nada, deixe que o silêncio
Acrescente mistérios..

Hemínio Vasconcelos
J.Nunez
http://matizesdoamor.blogspot.com/

A mulher emancipada

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É claro que não haverá o tinir do aço das espadas,
O zunir das balas de revolveres
Nem mesmo uma gota de sangue será derramada,
Ela apenas esticará o braço e com um dedo apontará
Quem de nós dois ela quer para esta noite.
Sou uma das opções, sou o herói picaresco,
O mais humanos dos tipos de homem.
O outro faz o tipo politicamente correto,
Tem cara de super-herói Americano
E moral patética de super-herói americano.
Talvez ela esteja mesmo é a fim de apanhar está noite,
Ela escolheu outro que não estava no jogo,
Outro que não estava no seu cardápio de mulher realizada.
Talvez ela está mesmo é a fim de apanhar está noite;
Escolheu um sujeito tatuado e cheio de banditismo,
Talvez ele tenha dotes, ou é bem dotado,
Sabe Deus!

Abílio Santana
j.Nunez

Armas do governo e coisas de entorpecer

Meus olhos caem sobre o cacto
Planta fálica e espinhosa num canto da sala.
Planta sem a delicadeza que vejo nas rosas
Da mulher ao lado.
Meus olhos cafeinados
Não encontram o sono dos justos
E me deixaram na madrugada
Sobre a claridade do televisor
Numa terça de carnaval.
As mulatas que sambam são armas do governo,
É coisa de embebedar multidão.
As chacretes também foram arma do governo
Em um tempo de liberação sexual
E repressão ao pensamento e a inteligência.
A mulata que samba
É coisa de entorpecer os sentidos.
Quero ler um livro nessa noite de carnaval
Do mesmo modo que Nietzsche
Tocou piano no bordel.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez

Interdisplinalidade e intertextualidade

Os poemas logo abaixo fazem uma intertextualidade entre os conhecimentos da física, da quimica e da literatura, o poeta imparcialista usa esses conhecimentos para contruir um poema que seja capaz de fazer pontes entre os conhecimentos mais diversos. Os poemas imparcialistas podem ser usados para esse conceito de interdisciplinalidade e intertextualidade.  

Os três estados físicos do amor


Eu te amava de maneira sólida
Você foi se distanciando,
A vida te levou por outros caminhos
Estão o amor se tornou menos denso
E passei a te amor de maneira liquida.
Depois de tanto tempo distante
Confesso que ainda te amo,
Mas de maneira tão dispersa
Que diria que te amo quase que gasosa.
É certo que o amor muda de estados físicos
Porém nunca morre,
Se o acaso trouxer você de volta
Voltarei a te amor solidamente
E a sofrer densamente...

José Nunes Pereira
J.Nunez

Postado por Movimento literário Imparcialismo às Domingo, Agosto 22, 2010 0 comentários

O amor é dessas coisas que ocupa espaço

Seu olhar ocupa espaço
Feito coisas materializadas,
Seu sorriso ocupa espaço,
Feito coisa feita.
Tudo que vem de você
Está em mim ocupando espaço
Feito coisa abstrata
Que acima de tudo ocupa espaço.
O amor é dessas coisas que ocupa espaço,
Prova disso é que não cabe outro amor
No meu coração, prova de que esse amor
Ocupa espaço é esse conteúdo desse mesmo sentimento
Que me completa por dentro e por fora
E me envolve por fora de maneira tão compacta
Que fico assim sem saber
Onde sou eu onde é você em nós que nos amamos
Tanto... e absorvidos um no outro.
O que não ocupa espaço no mundo
Ocupa espaço no abstrato, e o amor é dessas coisas.

Saulo Menezes Castro
J.Nunez
Postado por Movimento literário Imparcialismo

Os três estados físicos do amor

Eu te amava de maneira sólida
Você foi se distanciando,
A vida te levou por outros caminhos
Estão o amor se tornou menos denso
E passei a te amor de maneira liquida.
Depois de tanto tempo distante
Confesso que ainda te amo,
Mas de maneira tão dispersa
Que diria que te amo quase que gasosa.
É certo que o amor muda de estados físicos
Porém nunca morre,
Se o acaso trouxer você de volta
Voltarei a te amor solidamente
E a sofrer densamente...

José Nunes Pereira
J.Nunez

Josias Maciel poeta da virilidade e da potência

A flor da Fêmea

A flor da fêmea que amo holisticamente...
A flor no meio do paraíso,
A fêmea, a flor que se abre para a vida em cálice e pétalas,
A flor que se abre toda noite
Adormece entre lençóis macios e perfumados...
A flor que se abre com a dureza áspera de minha pele,
Estremece e suspira na força que acalenta
E no calor do meu desejo que a consome...
A flor que se abre com suas pétalas que caem,
Feito pétalas de flor de Camomila
Na ponta ereta e fálica do caule,
Essa flor, minha flor de toda a vida, e noites inteiras
E que amo holisticamente,
Essa flor de margarida, flor da inocência...
Adormece entre lençóis macios e perfumados...
A flor da fêmea que amo holisticamente
Se fechou para essa noite feito flores de Acácias
E feito flores da acácias ela despertou com o Sol da manhã.

Josias Maciel
J.Nunez

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O amor é dessas coisas que ocupa espaço

Seu olhar ocupa espaço
Feito coisas materializadas,
Seu sorriso ocupa espaço,
Feito coisa feita.
Tudo que vem de você
Está em mim ocupando espaço
Feito coisa abstrata
Que acima de tudo ocupa espaço.
O amor é dessas coisas que ocupa espaço,
Prova disso é que não cabe outro amor
No meu coração, prova de que esse amor
Ocupa espaço é esse conteúdo desse mesmo sentimento
Que me completa por dentro e por fora
E me envolve por fora de maneira tão compacta
Que fico assim sem saber
Onde sou eu onde é você em nós que nos amamos
Tanto... e absorvidos um no outro.
O que não ocupa espaço no mundo
Ocupa espaço no abstrato, e o amor é dessas coisas.

Saulo Menezes Castro
J.Nunez

LIXO IMPORTADO DA INGLATERRA

A MÉTRICA IMPARCIALISTA DE OCTÁVIO GUERRA ESTÁ NESSE POEMA DE ENGAJAMENTO SOCIAL:

LIXO IMPORTADO

1)Lixo europeu para nós
2)Descendentes dos excluídos lá,
3)Para nós filhos áfrica,
4)Para nós os latinos,
5)Para nós os selvagens,
6)Filhos de padres tarados,
7)Filhos bastardos de senhores de engenho,
8)Para nós os mestiços,
9)Para nós sem lugar,
10)Para nós sem origem,
11)Para nós os filhos da puta,
12)Para nós expurgo social,
13)Para nós os filhos
14)Da ganância, da expansão marítima...
15)Para nós os filhos
16)Da guerra que fazemos,
17)Para nós os filhos
18)Do preconceito, do medo...
19)Para nós os filhos
20)De uma causa perdida,
21)Filhos da presunção cristãos,
22)Filhos do estupro cultural,
23)Filhos da liberdade forçada
24)Por eles os europeus,
25)Filhos das segundas intenções
26)E de mentira histórica.

27)Nós somos um povo que está começando a existir com tal.(Livre)

28)Eu pergunto a você,
29)Porque não nos respeitam...,
30)Será que nós ainda
31)Agimos feitos europeus colonos,
32)Será que nós não
33)Assumimos nossa pátria Brasil,
34)Será que nós não percebemos...
35)Somos povo formado por:
36)Asiático fugido da guerra,
37)Europeus fugindo da fome,
38)Judeus, cristãos novos, hereges
39)Fugindo da inquisição católica.
40)Não damos conta ainda
41)Que somos a África,
42)Que somos a Europa,
43)Que somos os Índios,
44)Somos dono da terra,
45)Somos patria do mundo.
46)É assim que somos
47)Um povo que nasceu
48)No berço da humanidade.
49)Um povo que mostra
50)Que raça não existe.
51)O que sempre existiu
52)Foi maldade no coração
53)E dela fomos vítima.

Octávio Guerra
J.Nunez



Fonte: http://www.webartigos.com/articles/21884/1/LIXO-IMPORTADO--OCTAVIO-GUERRA/pagina1.html#ixzz0xKKnam6O



Lixo 'importado' da Inglaterra continua no RS, diz Receita
Falta de contêineres seria motivo para demora no embarque dos resíduos.
Parte do lixo que estava em Rio Grande e Santos já foi enviada à Europa.
Cerca de 144 toneladas de lixo que foram trazidas da Europa permanecem na Estação Aduaneira de Caxias do Sul (RS). O material está no local desde o dia 15 de abril. A explicação para a demora no embarque dos resíduos de volta para a Europa seria a falta de contêineres.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) determinou que o material fosse retirado do local e enviado novamente para a Inglaterra pela empresa MSC Mediaterranean Shipping Company do Brasil, responsável pela importação indevida do lixo. Além da MSC, a empresa Alfatec seria responsável por fazer o transporte terrestre até o porto.
saiba mais
Navio com lixo importado deixa porto do RS PF investiga despejo de lixo vindo da Europa nos portos do Brasil Ministro acompanha embarque de lixo ilegal no Rio Grande do Sul Em 2008, Brasil importou 175,5 mil toneladas de lixo Receita Federal investiga envio de lixo a porto do RS
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A MSC teria até o dia 17 de agosto para enviar o lixo de volta, mas o material continuava no local até esta terça-feira (25).
Após a descoberta do lixo, o Ibama aplicou uma multa à empresa no dia 7 de agosto. O Ibama não informou se a multa foi paga, mas ainda de acordo com o órgão, a empresa pode entrar com recurso até 20 dias após o vencimento da multa, que seria dia 17.
A Receita Federal em Caxias do Sul acompanha o caso. O fiscal Gilberto Klein informou que o órgão não tem como influenciar nos prazos para a devolução do material à Inglaterra, já que as empresas devem negociar diretamente com o Ibama.
Segundo o Ibama, outra parte do lixo importado que estava nos portos de Rio Grande (RS) e de Santos (SP) já foi devolvida à Inglaterra.
Funcionário da MSC, Daniel Arsi informou ao G1 que a empresa não vai se pronunciar sobre o caso. Os advogados da Alfatec não foram localizados.



(*com informações do Jornal O Pioneiro)

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A música de Mozart

Ave de rapina

Sou um solitário entre quatro paredes,
Mas o meu espírito é ave de rapina,
Habita os mais altos montes.
Acostumada aos elevados ares,
Baila imóvel á musica de mozart.
Quando escuto á musica ,
Não sou de carne e osso, sou a extensão
Ou a própria música que me trás de volta
A esta altura onde respiro arte.
Sou um solitário entre quatro paredes,
E todos os prazeres,o que me trás deleito
É somente o teu corpo,
Teu sorriso suave feito brisa matutina,
Depois, a noite clara, o dia chuvoso e frio,
O sol que se põe incansável de sua rotina
E a sombra fria ao pé do riacho.
Não penso voluntariamente,
Não espero nem um messias,
Nem salvação alguma, pensar é suspeitar,
É perder á base sólida da teoria, acreditar
Vale tanto como uma vela acesa na mão de um Homem cego
É preciso ter fé neste caso não,
Mas, a mesma luz que ilumina o caminho
E a mesma luz que cega ,
Porque vem contra tudo Que se acreditou até agora .
Tenho espírito de ave de rapina ,
Fujo sempre da companhia dos homens ,
Porque necessito os altos ares onde posso respirar
Arte, e sentir mais do que pensar ,e sofrer
As dores do homem e nunca compartilhar,
Ou ter sua alegria, no entanto, não compartilhar
Porque esta alegria é passageira,
As vezes me pego com grande descontentamento
Compartilhando as migalhas de alegrias
Com esse corações diferentes do meu, satisfeitos com tudo.
Quando dou por mim,
Já bati asas, fui buscar os ares de onde vejo mais....,
E respiro arte.
Esta vaidade me têm feito errar o caminho,
É luz que me cega....

Herminio Vasconcelos
J.Nunez 18-09-03

Redundâncias

21.07.2010
Redundâncias

É redundância encarar de frente,
Porque não se encara de costa
A não ser quando ela passa com seu rebolado.
É redundância encarar de frente,
Porque não se encara de lado
A não ser quando eu a observo displicente.
É redundância encarar de frente,
A não ser quando esse encarar de frente
Não é conotativo, logo abstrato.

Eu a encaro de frente denotativo,
Eu a encaro de frente embobado,
Eu a encaro de frente seduzido....
Eu encaro a frente, o lado, a trás...
Eu não sei como não ser redundante
Quando te vejo...
E cometo muito mais que erros gramaticais

Salomão Alcantra
J.Nunez
http://literaturaimparcialista.blogspot.com/

J.Nunez

J.Nunez esse sou eu

J.Nunez é o escritor de o imparcialismo, os catorse poetas são pseudônimos de J.Nunez. Meu nome de´nascimento, não posso dizer de Batismo porque não sou batizado, é JOSÉ NUNES PEREIRA e que também é um dos meus pseudônimos. O poeta das dores clássicas.

MOVIMENTO LITERÁRIO

MOVIMENTOS LITERÁRIOS
30/01/04

Os Movimentos literários são escrito por muitos poetas, esse não é o caso
do mivimento literário IMPARCIALISMO, esse movimento é escrito por um
único poeta e escritor, J.Nunez que escreve e publica com seus catorse poetas ou pseudonimos. O POEMA QUE ESCRITO LOGO ABAIXO foi escrito
pelo poeta IMPARCIALISTA Salomão Alcantra.
pesquise: IMPARCIALISMO.

Coloquei um sorriso em minha cara de pedra, inventei um sentimento para o meu peito de ferro, sorri com canto direito da boca, porque assim me faz charmoso, e também faz transparecer o cinismo, o desprezo, o orgulho, o deboche e a auto-suficiência.
Nunca me faltou o propósito de ser.
Com a boca inteira, sorri um sorriso largo, pareci mais alegre, mais amigo, mais confiante, mais tolerante.
Cumprimentei de modo a me fazer mais interessante.
Abracei muito pouco, beijei muito pouco, poucas vezes fiz alguém chorar de alegria, talvez fiz que chorassem mais por tristeza, fiz poucos amigos e nem um inimigo, talvez fossem melhor ter feito inimigo, e reconciliados com eles, do que ter feito poucos amigos; não fui tão humano para tal feito.
Dei poucas esmolas, pedi muito e agradeci pouco, sorri pouco, quase não chorei, quase não amei, poucas vezes senti saudade, muitos vezes fui infeliz sem motivo, fiquei furioso sem razão aparente, quis sofrer para me lembra que tenho um coração, abracei, beijei e estendi as mãos, mais por cerimônia e cordialidade que por amor e amizade, quando eu quis chorar não consegui, ou não sabia mais, a vida já havia me moído por dentro, e secado o meu peito.
Muitas das minhas palavras ocas foram ditas porque eram propícias ao momento, por isso vazias de sentimentos.
Muitos dos meus abraços e promessas foram atoa, igual aos abraços e promessas dos bêbados.
Já tive outros olhos para este Cristo crucificado acima da cabeceira de minha cama, neste tempo abracei o mundo com amei do crucificado.

Salomão Alcantra
J.Nunez 07/02/04

EXCLUSÃO SOCIOECONÔMICA

13.08.2010

Bandido não sai de férias
Fim de ano, natal, reveillon saída temporária,
Nada disso segura um ladrão.
Bandido não tem sossego
A qualquer hora pode ser pego,
A qualquer momento levar uma bala,
Bandido não tem lazer,
Praia, nem pesar...
Bandido não sai dá tocaia
É loucura andar displicente numa tarde de sábado,
Uma vacilada em seu mundo de cão...É pedir para morrer
O juiz que me condenou está lá do outro lado do mundo, tirou férias...
O policial que me buscou e prendeu está com seus filhos na casa da avó,
O professor, o velho professor que não cansa de dizer:
_ O crime não compensa...
Esta lá nas lindas praias do nordeste tomando água de coco...
O médico que tirou a bala de perna de minha perna,
Está lá com sua esposa e seus filhos esperando a virada do ano.
O carcereiro, esse que não se vende, olha o relógio e vai embora....
E talvez não precise nunca mais voltar aqui...
Errei outras vez, a sociedade não me dará uma chance de redimir,
Depois que eu sair daqui, ainda estarei preso, agora pela exclusão
Que me levará outra vez ao crime e outra vez a prisão,
E assim, de certo modo, somos todos vítimas
Dessa injusta divisão de renda que exclui meninos pobres
E os deixam nas mão do crime...

Octávio Guerra
J.Nunez

no texto ocorre a palavra: CÔCO ou COCO?

A palavra "coco" (o fruto do coqueiro) se escreve assim, sem acento, pois não se acentuam as paroxítonas terminadas em "o", como toco, lobo, fogo, soco, jogo, coro, bolo, tolo e bobo.

Lindas garotas em tudo...

16.08.2010
As lindas garotas e eu


A linda garota da pesquisa,
A linda garota frentista,
A linda garota balconista
E muitas outras garotas em tudo.

Por que se coloca garota bonita em todos os lugares,
Isso é um desrespeito com as lindas garotas,
Com os homens e com as mulheres,
Será que precisamos de mulheres lindas em tudo,
Será que não somos responsáveis o suficiente
Para respondermos as pesquisas sem que uma garota bonita,
Que muitas vezes tem idade para ser nossa filha,
Nós leve a fazer muitas coisas
Que é de nossa responsabilidade e de nosso cotidiano.
Garotas bonitas é apenas uma condição humana e transitória,
Elas não deveriam ser tratadas como uma extensão das coisas,
Dos objetos, das pesquisas, das vendas e das publicidades.
Os cientistas colocam átomos em tudo,
E o capitalismo coloca garotas em tudo...

Precisamos de garotas e insinuações sexuais em tudo,
Agora as mulheres estão sendo estimuladas a fazer a coisa
Com essa mesma estratégia que antes era usado apenas para homens,
Agora as mulheres são independentes socialmente, financeiramente
E sexualmente e nisso elas são iguais aos homens,


Apesar de a psicologia dizer que as mulheres não se estimulam com o visual,
Acho que na verdade faltava liberdade e oportunidade
Para que essas mulheres fossem estimuladas visualmente...
E isso as torna muito mais imitação dos homens.
Isso são frutos do capitalismo, da industrialização
E da nossa libido desassociada naturalmente de sentimentos nobres.
Não preciso de garotas bonitas me induza a fazer alguma coisa,
Me respeitem, por favor, respeitam essas garotas,
Somos muito mais que essa libido sexual desligada da consciência
E da consideração humana.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Lo suelo de las cavernas

Lo suelo de las cavernas

Si quieres me encontrar
Va donde el claridad de la luna no alcanza,
Donde la iluminación de la calle
No puede entrar,
Donde el viento de la noche no pueda barrer,
Donde la voz humana no llega,
Donde el silencio es transpuesto.
Se quieres me encontrar
Pise en lo suelo de las cavernas,
Camine en lo infierno mental,
Va donde todo es desacuerdo y revuelta.
Yo estaré allí observando todo.
Soy esa voz sin cuerpo,
Soy la palabra si lengua.

Murilo Santiago
J.Núñez



Tu sonrisa en mí vida

Después, era una hermosa sonrisa…
Entonces yo he correspondido,
Mismo siendo una sonrisa de una persona desconocida…
Y que aquella sonrisa fue porque ella me confundió con otra persona…
Feliz quien tenga esa sonrisa todos los días de su vida,
Yo apenas tuve esa felicidad una vez, solamente esa vez.
Feliz es quien te ama y amanece contigo en la misma cama,
Feliz es quien es tu amigo y tener tu amor...
Yo quiero ser digno un día de tu sonrisa
Que sea verdaderamente para mí persona…

Salomón Alcantra
J.Nuñez

Globalização e visão holística

Visão holística e globalização

Como desassociar a globalização da visão holística da vida, não temos essa intenção, porém podemos observar que ambas podem caminhar paralelamente ou se integrar um com a outra tornando se um coisa só.
A visão holística da vida a é muito mais romântica que a visão de mundo globalizado, a holística é uma realidade de alma de condição humana e processo de vida, a visão globalizada possui a frieza do capitalismo, o olhar deslumbrado sobre a modernidade a falta de alma e coração que há nos interesses econômicos .
A visão holística não é coisa nova e muito menos exclusivamente nossa, ela está em todas as culturas primitivas do mundo, e está ligada diretamente a nossa condição de homem naturalmente primitivo,com nossas características biológica, psicológica e emocional. Certamente a prática consciente de uma vida holística está associada à cultura indígena primitiva, nela encontramos o homem integrado a natureza e a espiritualidade, essa integração é tão perfeita que não existe fronteira entre os mundo espiritual e o material.
A visão holística que é implantada nas empresas é um olhar positivo sobre a vida e o homem, porém, essa visão necessita e de sinceridade, para que não caia na falsa consideração humana e torna é olhar consciente de si e da vida mais um recurso para praticarmos desumanidade mascarada pela falsa boa intenção, foi assim que erramos o caminho quando usufruímos erroneamente de nossa maravilhosa caridade cristão. Esse olhar romântico sobre a vida moderna é perfeitamente possível.

J.Nunez

MONIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO

IMPARCIALISMO X IMPARCIALIDADE - Acróstico-informativo nº 2796 Por Sílvia Araújo

Todas as mensagens do blogMeu blogAdicionar um Post ao Blog. IMPARCIALISMO X IMPARCIALIDADE - Acróstico-informativo nº 2796 Por Sílvia Araújo MottaPostado por Sílvia Araújo Motta em 12 fevereiro 2010 às 14:31
Exibir blog de Sílvia Araújo Motta
.IMPARCIALISMO X IMPARCIALIDADE
-
Acróstico-informativo nº 2796
Por Sílvia Araújo Motta
-
I-Imparcialismo em tempo de globalização:
M-Multiculturalismo reflete o pensamento,
P-Perpassa na democratização do SABER,
A-Apropriado à ERA da INFORMAÇÃO,
R-Refere-se à mudança de comportamento;
C-Cronopoema é o fazer criativo literário,
I-Imparcial, de um acontecimento diário;
A-Apresenta conceitos antigos e novos,
L-Ligados ao possibilismo social-real;
I-Indica solução ao conflito-autoafirmação;
S-São chamados IMPARCIALISTAS no
M-Movimento Literário Contemporâneo,
O-Os autores imparciais leitores da realidade.
-
X-
-
I-Imparcialidade vislumbra a verdade,
M-Ministra a validade do preceito legal,
P-Pertinente dever de um Magistrado...
A-A balança é o símbolo da Justiça,
R-Representa o equilíbrio da paz social.
C-Compatibilidade do terceiro desinteressado,
I-Independente da posição na sociedade,
A-Administra conflitos, direitos, obrigações;
L-Legado instituído por força da legislação.
I-Instrumento primordial do DIREITO,
D-Determina a garantia da neutralidade,
A-Assegurada na Constituição Federal/88.
D-Diante da confiança depositada na Justiça,
E-Evita a corrupção, atua de forma efetiva.
-
Belo Horizonte, 7 de fevereiro de 2010.

SILVIA ARAÚJO
J.Nunez agradeçe imensamente SUA INTELIGENCIA e esse estudo maravilhoso sobre o IMPARCIALISMO

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