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José Nunes Pereira (J.Nunez) comerciante por profissão, no Marília Doces e Salgados, poeta (por vocação) pesquisador, criador do Imparcialismo, integrante do Movimento Artístico, intelectual e literário Os Imparcialistas. Editor por hobby.  

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16/04/2014

Morte da garcense Eurides Batista, 49 anos ainda é um mistério para a polícia de Garça.



Eurides pode ter morrido de causas naturais


A morte da garcense Eurides Batista, 49 anos, ocorrida na manhã da última sexta-feira (11) ainda é um mistério para a polícia de Garça. No entanto, as investigações preliminares revelaram que a mulher não morreu estrangulada, conforme se cogitava pelo fato de ter sido encontrada uma camiseta enrolada em seu pescoço. Essa possibilidade foi descartada pelo legista que fez o exame necroscópico, segundo informa o delegado Valdir Tramontinu, titular da Delegacia do Município.



Eurides Batista morava na rua Agostinho Machado 146 no Jardim Centenário, e foi encontrada morta a poucos metros de sua casa, numa área isolada nos fundos do Centro Integrado de Assistência Social (CRAS), as margens de uma rua recém aberta que dá acesso a um loteamento em construção. Alcoólatra e dependente de drogas (seria viciada em crack) era muito conhecida pelos moradores do bairro justamente por sua dependência.



Pelo que a polícia apurou, ela foi vista pela última vez poucas horas do corpo ser encontrado às 6h30. Segundo revelaram seus familiares – ela era mãe de suas moças - por volta das 4 da madrugada ela chegou em casa alterada, possivelmente pelo consumo de álcool e drogas. “Teria havido uma certa perturbação no local, a Polícia Militar foi acionada, e ao que consta ela teria permanecido na rua aos gritos. Segundo revelaram seus familiares, ela teria até comentado que queria se matar”, explicou o delegado, que desde o encontro do corpo tenta desfazer o mistério.



As diligências preliminares não apontam para assassinato e uma morte natural não está descartada. “Eu mantive contato com o Instituto Médico Legal e o legista descartou a possibilidade de eventual asfixia”, esclareceu. De acordo com a autoridade policial responsável pelo caso, a análise do legista vem ao encontro de sua avaliação preliminar feita no local do encontro do corpo.



“A camiseta no pescoço da vítima tinha uma folga e de imediato descartei a possibilidade de estrangulamento”, comentou o delegado. “Ainda de acordo com o legista, não foram encontradas no corpo da vítima lesões que pudessem evidenciar uma morte violenta. As únicas lesões que ela possuía eram pequenas escoriações nas costas”, informou.



Eurides pode ter sido vítima de uma parada cardíaca, uma vez que segundo legista, seu coração era maior que o normal, indicando um cardiopatia. A possibilidade de overdose também está sendo investigada. Exame toxicológico e de dosagem alcoólica foi solicitado pela polícia. “Temos informações que ela teria consumido tanto bebida alcoólica quanto entorpecente. Foram coletadas vísceras que serão encaminhadas para exames laboratoriais e com a vinda desses resultados pode ser que saibamos o que realmente causou a morte da Eurídes. De antemão o legista foi enfático em afirmar que pelo exame interno e externo realizado no corpo não há como se afirmar que houve uma morte violenta. Entretanto, convém aguardar a chegada dos laudos para se apurar o que realmente ocorreu”, concluiu.  

FONTE: JORNAL COMARCA DE GARÇA


Sorvete Americano em Marília

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